Equipe empatou por 1 a 1 com o Flamengo na primeira final do Campeonato Carioca e precisa vencer segundo jogo

Douglas, do Vasco, tenta passar pela marcação de Luís Antonio e Léo, do Flamengo, no primeiro jogo da final do Carioca
WAGNER MEIER/ Agif/Gazeta Press
Douglas, do Vasco, tenta passar pela marcação de Luís Antonio e Léo, do Flamengo, no primeiro jogo da final do Carioca

Após um primeiro tempo arrasador, em que fez 1 a 0 sobre o Flamengo, o Vasco teve encarar uma etapa complementar bem diferente. Na volta do intervalo, o time de Adílson Batista perdeu um jogador ainda nos minutos iniciais e logo viu Paulinho acertou um belo chute para empatar a partida. Sendo assim, o clube da Colina foi obrigado a mostrar muita garra em campo para evitar um resultado ainda pior. O esforço foi reconhecido pelo comandante da equipe.

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Ao avaliar a postura do Vasco neste domingo, Adílson Batista afirmou que, enquanto estava "onze contra onze", sua equipe foi superior ao Flamengo. Ainda assim, mesmo com a expulsão, o treinador conseguiu tirar uma impressão positiva de seus jogadores, que, de acordo com o comandante, tiveram muita personalidade para mostrar a grandeza do clube de São Januário.

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"Nós mostramos que o Vasco tem força, tem torcida e tem um bom time, que jogou enquanto estava onze contra onze. Mostramos personalidade, e agora tem mais noventa minutos. Vamos buscar esse título. O Vasco é muito forte onze contra onze, e, se apitarem direitinho, fica mais forte. Quando a gente estava em igualdade numérica, eu vi o Vasco superior", avaliou Adílson Batista.

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Confiante, técnico ainda afirma que seu time merece o título estadual. "Tenho a semana inteira para trabalhar, e no domingo conseguir o grande objetivo nosso, que é o título. Estamos fazendo por merecer, é só observar o primeiro tempo. Os jogos recentes também nos dão o direito de sonhar com a conquista", ressaltou Adílson.

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Questionado sobre um possível nervosismo de seus jogadores no início do segundo tempo neste domingo, quando o Flamengo cresceu na partida, o treinador preferiu poupar os seus atletas. Para ele, o Vasco manteve o equilíbrio e a expulsão de Everton Costa, justamente no momento em questão, foi um acontecimento natural. "Eu vi um time equilibrado. O Everton já tinha o cartão e, no momento, que pensamos em tirá-lo, ele foi expulso. Não vi nenhum desequilíbrio".

A expulsão de Everton Costa, aliás, pautou a entrevista coletiva do treinador. Depois de receber o cartão amarelo no final do primeiro tempo, o atacante correu o risco de ser expulso antes mesmo do intervalo. Na segunda etapa, o jogador ainda foi protagonista de um lance que poderia gerar o vermelho, minutos antes de ser mandado para fora pelo árbitro Rodrigo Nunes de Sá.

"Eu pensei em tirá-lo dois minutos antes, alertamos no intervalo, mas não é só o Everton, outros jogadores também mereciam ser expulsos. Não dá para olhar só o lado do Vasco, vamos olhar para o outro lado também. O Léo e o Samir também mereciam ser expulsos", alegou Adílson Batista, ressaltando possíveis erros da arbitragem em lances que envolviam atletas do Flamengo.

O treinador pensa em como armar o time sem Everton Costa para o segundo jogo da final do Carioca. "Vamos criar alternativas. Se você observar no jogo contra o Resende, que trabalhamos com a equipe que não é titular, mantivemos o padrão e entraram meninos que incendiaram o jogo. Eu vou trabalhar aquilo que eu entender que seja importante para o jogo, com aquilo que sei do adversário", revelou Adílson Batista, que usou o empate sem gol com o Resende, pela Copa do Brasil, para observar possíveis titulares no próximo domingo.

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