Orçamento do Fluminense está baixo e time não terá condições de fazer grandes contratações para o Brasileiro

Cristóvão Borges, novo técnico do Fluminense
Fernando Cazaes/Photocamera
Cristóvão Borges, novo técnico do Fluminense

Recém-chegado ao comando técnico do Fluminense , Cristóvão Borges já recebeu a primeira notícia ruim: não terá reforços considerados ‘de peso’ para a temporada. Isso porque o orçamento Tricolor está baixo o que anulará as possibilidades de se reforçar o elenco para o Campeonato Brasileiro e a sequência da Copa do Brasil.

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"Os jogadores que estão aqui têm condições de render muito mais do que vêm rendendo e, por isso, estou confiante em uma grande campanha no Brasileirão", disse o novo comandante do clube das Laranjeiras.

O momento não é dos melhores para o setor financeiro da equipe. Celso Barros, presidente da principal patrocinadora do Fluminense, a Unimed, não vive os melhores dias em sua relação com o mandatário Tricolor Peter Siensem, e já avisou que não auxiliará na chegada de nenhum jogador, além de não pagar nada do salário de Cristovão Borges.

Sem dinheiro em caixa, Peter deverá focar suas buscas em atletas que não comprometam a folha salarial do Tricolor e que não exijam muito investimento no ato da contratação. Dessa maneira, seus olhos estão voltados a jogadores dos clube menores que disputam o Campeonato Carioca e outros estaduais pelo Brasil. Outra alternativa, seria a troca de jogadores. Corinthians, por exemplo, teria oferecido o meia Rodriguinho, sem espaço no clube paulista, pelo atacante Rafael Sóbis, que vem perdendo sua vaga entre os 11 iniciais para Walter.

Preocupado com o rumo de sua relação com Celso, Peter divulgou uma nota oficial na qual esclarece as críticas do mandatário em relação ao seu trabalho. "Por ser presidente de uma grande corporação e ter uma trajetória profissional inteiramente marcada pelo sucesso, o presidente da patrocinadora sabe que algumas decisões devem ser tomadas, mesmo que desagradem parte das lideranças da empresa".

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