Tamanho do texto

Segundo o médico José Sanchez, o argentino tem uma mialgia na coxa direita e ficará uma semana em tratamento

O meia Cañete não participou do treino desta quarta-feira pela manhã, no São Paulo . A exemplo do zagueiro Roger Carvalho, ele acusou dores musculares e iniciou tratamento no Reffis.

Deixe o seu recado e comente esta notícia com outros torcedores

Cañete, meia do São Paulo
Gazeta Press
Cañete, meia do São Paulo

A recuperação do argentino, que é reserva, tende a ser mais demorada, segundo o médico José Sanchez. Ele tem uma mialgia na coxa direita e provavelmente ficará afastado por uma semana, o que o impossibilitaria de ser relacionado para a partida do dia 9, contra o CSA, no Morumbi.

Confira confrontos, notícias e artilharia da Copa do Brasil

Já Roger Carvalho, que não vem sendo utilizado e tem apenas pouco mais de uma semana de contrato, sentiu um incômodo na virilha esquerda e pode voltar aos trabalhos em campo mais rapidamente, talvez ainda ao longo desta semana.

Exceto os dois, todos os jogadores do elenco estão à disposição do técnico Muricy Ramalho. Inclusive o volante Souza, que foi desfalque em três partidas durante recuperação de lesão no joelho direito, tem treinado normalmente com o restante do grupo e será titular no jogo de volta da primeira fase da Copa do Brasil.

"Estou pegando confiança nos movimentos ainda, mas não sinto dor, só um pouco de falta de segurança, pelo fato de ter ficado 20 dias parado. Mas estou pegando confiança no decorrer dos treinamentos e creio que logo estarei 100% tanto em questão de confiança quanto de forma física", disse o jogador.

No duelo de quarta-feira que vem, em casa, o São Paulo tem a vantagem de poder empatar para avançar de fase no torneio nacional mata-mata, já que venceu o CSA por 1 a 0, em Maceió.

Ausências forçam Muricy a colocar goleiro na linha
A presença do meia Cañete e do zagueiro Roger Carvalho no Reffis, na manhã desta quarta-feira, forçou o técnico Muricy Ramalho a improvisar um dos quatro goleiros do elenco na linha para completar o treinamento em um dos campos.

Renan Ribeiro começou a atividade debaixo das traves, mas deu lugar a Denis (que treinava separadamente), vestiu a camisa 4 do zagueiro Antônio Carlos (que usava só colete) e foi para a linha, em atividade com três times de dez jogadores cada, incluindo os goleiros.

"Cada time tem dois gols para marcar e um para defender. Aí tem uma troca rápida do gol que se defende. Essa é a dinâmica do treino. Serve mais para marcação e posse de bola. Tem que ficar ligado na troca. Para quem está de fora, é difícil de entender. Para quem está dentro, é mais tranquilo", explicou, sorrindo, Antônio Carlos.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.