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Presidente do Santos crê que clubes disputam o marketing com a Copa do Mundo e torce por título do Brasil para melhora

Leandro Damião conversa com o presidente Odílio Rodrigues durante apresentação no Santos
Divulgação
Leandro Damião conversa com o presidente Odílio Rodrigues durante apresentação no Santos

O Santos continua sua busca por um patrocinador fixo para os principais espaços da camisa. Prestes a disputar a decisão do Campeonato Paulista, o presidente Odílio Rodrigues relata a dificuldade do time em encontrar um parceiro e confirma a hipótese de só chegar a um acordo depois da Copa do Mundo.

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"Hoje, os clubes disputam o marketing com a Copa. Sempre achei que seria difícil neste primeiro semestre achar patrocinador. Talvez melhore depois do Mundial, principalmente se o Brasil for campeão, que é nosso desejo", afirmou.

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O Santos está sem um patrocinador máster fixo desde o começo do ano passado. Neste período, o clube chegou a fazer acordos pontuais, como na semifinal diante do Penapolense, quando uma empresa de eletroeletrônicos estampou sua logomarca no peito e nas costas.No entanto, Odílio entende que a Copa do Mundo é uma concorrente dos clubes na busca por parceiros - o mandatário alviverde Paulo Nobre usa justificativa semelhante no Palmeiras, que também está sem patrocinador permanente.

"A dificuldade que temos é a mesma de outros times grandes, a não ser aqueles que conseguiram um patrocinador oficial. Estamos em ano de Copa, e o investidor acha melhor colocar no evento mundial do que nos clubes em torneios regionais. Temos de entender a realidade do mercado", acrescentou o santista.

Além de a atenção estar voltada para o torneio entre seleções, o presidente do Peixe lamenta também a situação atual do Brasil.

"Há uma retração do mercado. De um tempo para cá, os questionamentos às diretrizes econômicas do governo são cada vez mais discutidas. Isso mostra uma preocupação dos investidores. Hoje, há um cuidado muito grande em fazer grandes investimentos, porque eles acompanham a evolução da política econômica do governo", encerrou.

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