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Meia começou o duelo no banco de reservas e entrou no segundo tempo do jogo do Palmeiras contra o Ituano

Valdivia em ação pelo Palmeiras contra o Ituano
Wagner Carmo/Inovafoto/Gazeta Press
Valdivia em ação pelo Palmeiras contra o Ituano

A primeira eliminação do Palmeiras no centenário mostrou, mais uma vez, a cisão da torcida. Logo após a vitória por 1 a 0 do Ituano , no maior público em jogos do clube no ano, a Mancha Alviverde, principal organizada do time, protestou contra a queda na semifinal do Paulista gritando contra Valdivia e a diretoria. O restante dos mais de 29 mil pagantes respondeu com os mesmos palavrões.

Bastou o árbitro apitar o final da partida para a Mancha ofender Valdivia com palavrões. Usou o mesmo cântico em relação ao presidente Paulo Nobre, além de avisar a diretoria de que "o Palmeiras não precisa de você". Em relação à equipe, a definiu como "time sem vergonha".

Rapidamente, os outros presentes nas arquibancadas passaram a vaiar os organizados e, na sequência, responderam com palavrões, citando o nome da Mancha. Os jogadores de Gilson Kleina deixaram o campo nessa troca de xingamentos entre os próprios palmeirenses.

Ao mesmo tempo, a torcida do Ituano fazia festa, com músicas específicas para o goleiro Vagner e o meia-atacante Marcelinho, autor do gol na partida. Ainda prometeram "invadir a Vila Belmiro" na final diante do Santos. Comemoraram sem demora enquanto a Polícia Militar não liberava sua saída do Pacaembu.

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