Por ter sido desmentido, presidente do clube prefere não se intrometer no possível depoimento do atacante à polícia

Mário Gobbi, presidente do Corinthians
Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians
Mário Gobbi, presidente do Corinthians

O presidente do Corinthians , Mário Gobbi, não quer se envolver na versão do atacante Paolo Guerrero sobre a invasão ao CT Joaquim Grava. Depois de o mandatário ter relatado uma agressão ao jogador, o próprio peruano declarou não ter sido atacado. Assim, por ter sido desmentido pelo atleta, o dirigente prefere não se intrometer no possível depoimento do atacante à polícia.

"Determinei que o chefe de segurança colhesse as provas e que fosse aberto um inquérito para apurar o caso. Por isso, prestei depoimento ao delegado e relatei tudo que eu sabia", afirmou o mandatário. "O depoimento do Paolo é problema dele com a polícia, e não meu", declarou o dirigente, na saída do estádio do Pacaembu, no domingo.

A invasão ao CT aconteceu no dia 1º de fevereiro, quando cerca de cem torcedores protestaram no local contra a má fase do time. Os atletas se refugiaram nos vestiários, e Gobbi chegou a dizer que Guerrero foi "esganado". No entanto, o peruano não confirmou a agressão e ainda não prestou depoimento sobre o caso.

A polícia investiga o que aconteceu e recebeu parte das imagens do circuito de segurança do local. O clube alega que não entregou todas as filmagens porque houve um defeito nas câmeras. Até agora, três torcedores estão detidos acusados da invasão.

*Com Gazeta

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