Para jogadores, se eles mantiverem a mesma pontuação do Santos decidem com o time da Vila a liderança na rodada final

Alan Kardec comemora gol marcado junto com a torcida do Palmeiras
Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação
Alan Kardec comemora gol marcado junto com a torcida do Palmeiras

O Palmeiras não entra na discussão se o jogo desta quinta-feira, contra a Portuguesa, é um clássico. Pela melhor campanha na primeira fase, e a garantia de decidir no Pacaembu as próximas etapas do Campeonato Paulista , não só este, mas todos os quatro confrontos restantes viraram mais do que clássicos: são considerados finais.

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"Temos que encarar como clássico, independentemente do que a torcida acha. Vamos encarar como clássico e final cada jogo", indicou Wendel, pensando na dificuldade do confronto. "Para vencer, hoje em dia, tem que ralar bastante. Toda equipe que joga contra o Palmeiras vê a partida como oportunidade para aparecer."

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O Verdão tem 26 pontos, assim como o Santos, mas o clube litorâneo supera o Palmeiras no saldo de gols e, por isso, ostenta a melhor campanha da competição. Os comandados de Gilson Kleina pensam em, ao menos, se manter com a mesma pontuação do Peixe para decidir a liderança geral em confronto direto na Vila Belmiro, no dia 23, na última rodada da fase inicial do Estadual.

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"Teremos um confronto direto importante contra o Santos para conseguir a vantagem. Mas, antes, serão outros adversários. Precisamos encarar um de cada vez", afirmou Wendel, de olho na vantagem de ser mandante nas quartas de final, na semifinal e no segundo jogo da final. "O apoio da torcida faz muita diferença, é uma força a mais para nós", enalteceu o lateral direito.

Além da Portuguesa, nesta quinta-feira, os outros dois "clássicos" do Palmeiras antes de encarar o Santos serão diante do Paulista, no domingo, em São José do Rio Preto, e da Ponte Preta, no dia 15, no Pacaembu.

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