"Não podemos ficar calados com isso. Todos os clubes precisam se manifestar", disse Sandro Pallaoro

Nesta quinta-feira, Avaí e Chapecoense medem forças na Ressacada, às 19h30 (de Brasília), pelo hexagonal do rebaixamento. Eduardo Costa e Marquinhos, suspensos após uma briga diantedo Figueirense, foram beneficiados com um efeito suspensivo e defenderão o Avaí, o que irritou a diretoria da Chapecoense.

"Não podemos ficar calados com isso. Todos os clubes precisam se manifestar. Eu lamento o que ocorreu. O Marquinhos é um grande atleta, ídolo do Avaí, mas a agressão covarde ao atleta do Figueirense (o meia Éverton Santos), um soco pelas costas, não pode ser absolvida assim. É inadmissível. Achei que não veria mais isso no futebol", disse o presidente da Chapecoense, Sandro Pallaoro.

O cartola recordou um caso semelhante envolvendo Souza, ex-zagueiro da Chapecoense. Porém, na ocasião, o mandatário não conseguiu o efeito suspensivo para o defensor: "Ele foi indiciado por um lance com o atacante Héber (atacante do Figueirense) e pegou 30 dias de gancho. Neste contexto, tentamos o efeito suspensivo e não conseguimos. É estranho o critério adotado", afirmou.

Após a confusão, Marquinhos fora penalizado com o gancho de dez jogos. Todavia, o efeito suspensivo o permite participar dos dois primeiros jogos do Hexagonal do Rebaixamento, ao lado de Eduardo Costa, Eduardo Neto e Roberto, também advertidos inicialmente.

A Chapecoense chega à luta contra a degola após figurar na quinta posição da primeira fase, com 15 pontos, sendo ultrapassada pelo Figueirense nos critérios de desempate. Por sua vez, o Avaí, com um desempenho desastroso, teve a mesma pontuação do Atlético de Ibirama (7), lanterna do estágio inaugural, mas figura na antepenúltima posição.

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