Lateral criticou as torcidas organizadas após a morte de Márcio Barreto de Toledo, espancado após o clássico de domingo

O lateral direito Cicinho comentou nesta terça-feira, em entrevista coletiva, a morte do torcedor santista Márcio Barreto de Toledo , após o empate sem gols entre Santos e São Paulo . O camisa 4 santista lamentou o episódio e pediu para as autoridades tomarem uma posição, para que isso não ocorra mais no futebol.

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"Essa violência tem que parar. Alguém precisa tomar uma atitude para que isso não aconteça mais. Muita gente fala, dá sugestões, mas cabe às autoridades inibir esses torcedores com punições", afirmou o lateral, concordando com o seu companheiro de equipe Gustavo Henrique, que, por meio de uma rede social, se manifestou com relação ao episódio.

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Cicinho não quis polemizar com as torcidas organizadas, mas deixou sua opinião sobre os torcedores. "Nós sabemos que algumas torcidas organizadas são violentas, mas acredito que se tomar a atitude certa, os torcedores vão agir com mais dignidade e sem violência. Para isso ocorrer, as autoridades têm de punir quem vai para estádio fazer vandalismo", ressaltou o atleta.

Márcio Barreto de Toledo tinha 34 anos, era casado e tinha um filho de cinco meses. De acordo com a esposa do torcedor, Samanta Ferreira dos Santos, o torcedor alvinegro tinha reduzido a ida a estádios, em virtude do nascimento do primogênito, e que só decidiu ir ao clássico de última hora. O corpo do santista foi enterrado nesta terça-feira, no cemitério de Itaquera, em São Paulo.

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