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Tinga, jogador do Cruzeiro, foi ofendido por torcedores em partida pela Copa Libertadores

Tinga disputa bola com Ramon Rodriguez no jogo do Cruzeiro com o Real Garcilaso
AP
Tinga disputa bola com Ramon Rodriguez no jogo do Cruzeiro com o Real Garcilaso

O lamentável episódio protagonizado pela torcida do Real Garcilaso nesta quarta-feira, na vitória por 2 a 1 sobre o Cruzeiro , continua repercutindo negativamente no mundo do futebol. Após o meio-campista Tinga ser ofendido com cantos racistas, a presidente Dilma Rousseff lamentou o ocorrido em seu perfil oficial no Twitter e o presidente da Fifa, Joseph Blatter, apoiou a governante.

"Faço coro com Dilma ao condenar o episódio de racismo envolvendo Tinga, do Cruzeiro Esporte Clube. A Fifa é contra todo ato de discriminação", escreveu em português o mandatário, também em sua conta na rede social. Além disso, Blatter ainda citou a resolução aprovada pela entidade contra a discriminação no futebol.

Mais cedo, a presidente do Brasil classificou como lamentáveis as ofensas dirigidas ao jogador cruzeirense e disse estar "fechada com ele". A CBF também se manifestou pedindo um mundo "sem racismo, preconceito e desrespeito", além de postar imagem com o escudo da entidade em preto e branco.

Na partida desta quarta-feira, que marcou a estreia do Cruzeiro na Libertadores, cada vez que Tinga tocava na bola, parte da torcida do time peruano se agitava nas arquibancadas do estádio de Huancayo para ofender o atleta com cânticos racistas.

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