De acordo com o clube, alguns equipamentos pararam de funcionar no momento de invasão da torcida ao CT

Torcedores invadiram treino do Corinthians no CT Joaquim Grava na manhã de sábado
Rodrigo Gazzanel/Futura Press
Torcedores invadiram treino do Corinthians no CT Joaquim Grava na manhã de sábado

Na busca por imagens da confusão do último sábado, quando mais de cem torcedores invadiram o centro de treinamento - e, segundo relatos de funcionários, cometeram furtos, roubos e agressões sob o pretexto de protestar -, o Corinthians disse não ter encontrado tudo o que esperava. De acordo com o clube, parte das cerca de 30 câmeras não funcionou.

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O problema com o equipamento aconteceu três minutos antes da invasão. Uma das câmeras que parou de funcionar foi a da sala de fisioterapia, um dos locais nos quais houve uma violência maior. Mas, segundo a agremiação do Parque São Jorge, há material suficiente para a identificação das pessoas que participaram do protesto violento.

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"Foram algumas câmeras que pararam de funcionar, não todas. Não acredito que as investigações sejam prejudicadas porque há imagens suficientes. Vamos levar esse material para a polícia e para o Ministério Público", afirmou o diretor de futebol Ronaldo Ximenes.

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De toda forma, o dirigente disse considerar "muito estranho" que o equipamento tenha sofrido qualquer tipo de pane justamente minutos antes da invasão. Por isso, o servidor responsável pelo armazenamento das imagens será entregue à Polícia Técnico-Científica para investigação.

"Primeiro, devemos uma satisfação a nós mesmos. Como as câmeras param de funcionar? Elas foram interrompidas? Será que a ideia não era que todas parassem de funcionar. Então, lacramos o servidor e vamos ver qual foi o motivo do problema", disse Ximenes.

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