Sérgio Rassi brincou com a rivalidade dos clubes e aproveitou para pedir um jogo sem violência

Sergio Rassi (esquerda) é  presidente do Goiás
Divulgação/Goiás E.C.
Sergio Rassi (esquerda) é presidente do Goiás

Sérgio Rassi, presidente do Goiás, revelou que ainda grita "Vila é freguês". A afirmação do mandatário ocorreu na véspera do clássico entre Vila Nova e Goiás, no próximo domingo, às 17h (de Brasília), no Serra Dourada, pela terceira rodada do Campeonato Goiano. Rassi aproveitou para pedir um jogo sem violência.

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"Eu grito até hoje, mas, agora, baixinho. Faz parte da torcida, como eles devem nos chamar de moxé, e isso é bom", afirmou, esquentando a rivalidade entre os dois clubes.

Ele relembrou os tempos em que as duas torcidas podiam chegar juntas ao estádio. O presidente pediu paz nas arquibancadas.

"Sou do tempo em que ia com um amigo ao estádio, ele com a camisa do Vila e eu com a do Goiás, abraçados, e um ficava curtindo com o outro. Hoje, os vândalos travestidos de torcedores, exercem esse vandalismo usando camisas de times. Mas eu gostaria de lembrar que os mantos dos clubes representam a paz, o esporte", refletiu.

Para o tão aguardado clássico de domingo, o técnico da equipe, Claudinei Oliveira, não fez segredo. O Goiás vai a campo com: Renan; Clayton Sales, Valmir Lucas, Pedrão e Juliano; Amaral, David, Thiago Mendes e Ramon; Araújo e Richely.

O time de Goiânia é o líder do Grupo A do Goianão, com 100% de aproveitamento até aqui. Uma vitória magra sobre o Anapolina e uma goleada, por 4 a 1, diante do Grêmio Anápolis.

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