"Como se viu na estreia, dá para continuar assim e ter um poder bom de ataque pelos lados", disse Uendel

Com a missão de melhorar a produção ofensiva do Corinthians após um semestre de profunda esterilidade, Mano Menezes pediu que os laterais cheguem mais à frente do que vinham fazendo sob comando de Tite. Eles não podem, porém, comprometer o bom sistema defensivo, marca da equipe nos últimos anos.

Uendel, lateral esquerdo do Corinthians
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Uendel, lateral esquerdo do Corinthians

"O time vem há um bom tempo atuando com essa linha de quatro marcadores compacta, com os volantes fazendo a proteção. Como se viu na estreia, dá para continuar assim e ter um poder bom de ataque pelos lados. Com a equipe compacta, você consegue se manter forte atrás e ser opção no ataque", afirmou Uendel.

Na primeira partida da temporada, a vitória por 2 a 1 sobre a Portuguesa, os gols saíram de um cruzamento de cada lateral. Edenílson, negociado com a Udinese, despediu-se nesse jogo e passará na próxima semana a ter a vaga na direita ocupada pelo ofensivo Fagner - por enquanto, joga Diego Macedo. Na esquerda, Uendel, que também foi recentemente contratado, é outro que apoia bastante o ataque.

"Quem está chegando tem que se ajustar ao esquema. Acho que eu, o Fagner e os outros laterais vamos conseguir nos adaptar bem", disse o jogador de 24 anos, que terá uma sequência no setor por causa de mais uma cirurgia do teoricamente titular Fábio Santos. Até o retorno do camisa 6, seu substituto sabe o que fazer.

"O Mano vem pedindo bastante para a gente apoiar. Do meu lado, tenho a ajuda do Danilo para fazer as jogadas. E a gente tem a retaguarda do Ralf e do Guilherme, que dão liberdade para a gente atacar. É importante chegar pelos lados, é algo que a gente pode usar muito. Ainda mais com o Guerrero na área, um centroavante de porte físico que cabeceia bem", concluiu Uendel.

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