Jogador morreu no último domingo, aos 71 anos, e deve ser homenageado pela Fifa no Prêmio Bola de Ouro

Falecido na madrugada do último domingo, o ex-atacante Eusébio, um dos maiores nomes da história do futebol português, terá os restos mortais enviados ao Panteão Nacional do país daqui a um ano. A homenagem será feita graças a um acordo firmado entre os líderes dos principais partidos políticos de Portugal, segundo a imprensa local.

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Ainda não foram divulgados, no entanto, detalhes do transporte dos restos mortais entre o cemitério do Lumiar, onde Eusébio foi enterrado, e o Panteão Nacional. O monumento abriga antigos presidentes, escritores e músicos portugueses. A homenagem ao ex-jogador deverá custar cerca de 50 mil euros (R$ 161,6 mil), que serão divididos entre algumas entidades.

Eusébio deverá receber uma homenagem da Fifa durante a entrega do Prêmio Bola de Ouro, na próxima segunda-feira. A Federação Portuguesa de Futebol determinou que todas as equipes façam um minuto de aplausos na memória do atleta na rodada deste fim de semana e o Benfica, clube por que o ex-jogador se consagrou, erguerá uma estátua no Estádio da Luz.

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Nascido em 25 de janeiro de 1942, Eusébio da Silva Ferreira começou a carreira no Sporting Lourenço Marques, na metade final da década de 1950. O moçambicano foi contratado pelo Benfica no final de 1960 e se tornou o maior artilheiro da história do clube, marcando 727 gols em 715 partidas durante as 15 temporadas que atuou na equipe lisboeta. Pela seleção portuguesa, brilhou na Copa do Mundo de 1966.


* Com Gazeta Esportiva

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