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De acordo com presidente santista Odílio Rodrigues, os investidores só têm interesse em jogadores até os 25 anos

Diego passou o Natal com a família no Brasil
Reprodução/Instagram
Diego passou o Natal com a família no Brasil

O alto salário e a ausência de um parceiro para arcar com parte dos custos da contratação do meia Diego, atualmente no Wolfsburg, da Alemanha, deixa o jogador mais longe do Santos . Em férias no Brasil, o meio-campista deve se reunir com a diretoria alvinegra para negociar a possível transferência, mas o presidente Odilio Rodrigues sabe que será difícil concretizar o negócio.

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"Tem jogadores que você tem o ganho desportivo, não o financeiro. Após os 25 anos, o investidor não aposta nesse tipo de jogador, o Diego entra neste caso. Ele joga um excelente futebol, tem uma história no clube e traria um importante ganho esportivo para o Santos. Mas seria um jogador que teríamos de trazer sem investidor, com nossos próprios recursos", explica o dirigente em entrevista à Rádio Jovem Pan .

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A Doyen Sports, fundo de investimento que comprou os direitos econômicos de Leandro Damião e repassou o atacante ao Santos, não participa da negociação com Diego. Mas, com contrato até julho desde ano com o Wolfsburg, o meia estará livre para se transferir ao final da temporada europeia. Sabendo disso, o presidente do Peixe tenta negociar com o pai do jogador antes de entrar em contato com o time alemão.

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"Na conversa que a gente teve com o pai do Diego, a gente percebeu que ele tem uma condição privilegiada na Europa, em termos de salário, diferente do que os times brasileiros podem oferecer. Então, a gente considera uma contratação difícil, mesmo sendo um sonho nosso e da torcida. Primeiro estamos tentando um acordo com o pai do Diego, para depois tentar o Wolfsburg, até porque ele ainda tem contrato com o clube alemão. Só no meio do ano que ele fica sem contrato e viria sem o custo da negociação", finaliza Odilio Rodrigues.

Diego tem contrato com o Wolfsburg até a metade de 2014 e aceitaria receber, no Santos, salário de R$ 700 mil mensais. As dificuldades da negociação são as luvas exigidas pelo pai e agente do meia, além da vontade do clube alemão em contar com o jogador até o final do vínculo.

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