Há um ano, protagonista do título do Corinthians no Japão foi recepcionado com pompa em seu país

Guerrero é ídolo do Alianza Lima
Reprodução/AlianzaLima.com
Guerrero é ídolo do Alianza Lima

Paolo Guerrero não teve, neste ano, a recepção impressionante de dezembro passado, quando voltou ao Peru depois de conquistar o Mundial pelo Corinthians . A temporada não foi tão boa quanto a de 2012 para o centroavante, cobrado por seu desempenho ruim na seleção e pela ausência de seu país na próxima Copa do Mundo. Ainda assim, a idolatria continua facilmente palpável.

Requisitado em todo tipo de evento, o atacante segue como figura de grande destaque entre o povo peruano. Assim que pisou em Lima, se não foi cercado como uma multidão - como aconteceu depois de castigar o Chelsea -, passou a ser insistentemente procurado por instituições, por seu antigo clube e por veículos de imprensa.

Nesta semana, Guerrero visitou um projeto de escolinhas de futebol para filhos de ex-produtores de cocaína. Além de bater uma bola com os garotos, posar para fotos, dar autógrafos e distribuir camisas, pediu que eles seguissem firmes, pois o Peru precisará deles para voltar à Copa.

Antes, o camisa 9 do Corinthians já havia visitado o clube em que foi formado, o Alianza Lima, ao lado de Jefferson Farfán, do Schalke 04. Sua mãe, Petronila Gonzáles, também foi procurada - como sempre acontece também com o pai do atleta, Don José Guerrero, quando o filho aparece - pela imprensa e falou sobre o desejo do goleador de encerrar a carreira por lá.

Guerrero ainda arrumou tempo para acompanhar Katia Montenegro Diestchi, estudante de engenharia industrial apontada como sua namorada, no lançamento de um filme. Ela também estará junto dele no próximo em 1º de janeiro, quando o jogador alvinegro completará 30 anos. Sem a vaga na Copa que tanto queria, mas ainda muito querido.

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