Atual presidente do Palmeiras é fã do ex-goleiro e revelou ser o primeiro encontro entre ambos

Paulo Nobre, presidente do Palmeiras
Fernando Dantas/Gazeta Press
Paulo Nobre, presidente do Palmeiras

Um dos principais ídolos da história do Palmeiras , Emerson Leão quer que o clube aposte em inovações para ter sucesso no ano de seu centenário. O ex-goleiro apoia as novidades promovidas por Paulo Nobre, presidente que é seu fã e que responsabiliza o hoje técnico por sua opção em torcer pelo Verdão.

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Durante o  Troféu Mesa Redonda , Leão pediu que Nobre não tenha medo de implantar suas ideias, independentemente de sua idade. "Não mude. Seja novo, porque o novo também merece respeito", indicou o ex-goleiro ao presidente mais jovem do Palmeiras desde 1932.

A principal novidade do mandatário para o ano que vem são os contratos por produtividade, no qual é oferecido um salário menor, mas com prêmios que superam a média no mercado dos grandes clubes com o seguinte raciocínio: se o time atingir metas, todos ganham mais. Porém, só o técnico Gilson Kleina topou a ideia até agora.

Emerson Leão, pela seleção brasileira
Reprodução
Emerson Leão, pela seleção brasileira

Nobre sabe que terá trabalho em seu segundo e último ano neste mandato. "Foi um ano muito difícil. O Palmeiras não fez mais do que a obrigação, mas quem disse que cumprir obrigação é algo fácil. Sai um peso dos ombros, mas entram outros pesos", comentou o presidente, homenageado pela conquista da Série B do Brasileiro.No evento, o dirigente teve a oportunidade de conhecer seu ídolo. "É a primeira vez. Uma emoção para mim. Só nos falamos por telefone", comentou Nobre, de 45 anos, nascido em 1968.

"Em 1974, o bairro todo acompanhava a Copa do Mundo. Eu gostava de pegar no gol, e o goleiro era o Leão. Queria saber onde jogava o Leão, vi que era no Palmeiras, e entrei no colégio já como palmeirense. Depois de sete ou oito anos de vida, você não muda. Sou filho legítimo da fila", afirmou o dirigente, lembrando jejum de títulos do clube - o hiato durou entre as conquistas dos Paulistas de 1976 e 1993.

"É difícil ouvir isso de um presidente. Você ouve de uma mãe, de um filho, que são torcedores. Eu me surpreendi. É legal ter essa responsabilidade porque sempre lutei por ela", agradeceu Leão.

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