Presidente do Atlético-PR disse que as organizadas do Atlético-PR são 'um calo no pé' e lembrou que a torcida prejudicou o time no Brasileirão

Mário Celso Petraglia, presidente do Atlético-PR
Divulgação
Mário Celso Petraglia, presidente do Atlético-PR

A briga entre torcedores de Vasco e Atlético-PR , ocorrida no último domingo, na Arena Joinville, continua repercutindo. Em entrevista à rádio oficial do Furacão, o presidente Mario Celso Petraglia disse que as torcidas organizadas são um problema e, se o futebol for dependente delas, "é melhor voltarmos para casa".

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"Temos que pensar definitivamente no problema da nossa torcida, que nos tirou da Vila Capanema (em função da briga no Atletiba, durante partida realizada em outubro). É um calo no nosso pé que está doendo e temos que extirpar", disse Petraglia.

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O dirigente disse que a impunidade precisa acabar e cobrou das autoridades públicas a adoção de medidas enérgicas.

"Porque tinham que correr atrás e invadir (a área do Vasco)? Tem que prender essa gente. Não são torcedores, são vândalos. Se precisarmos de torcida organizada para ganharmos jogos, não quero. As autoridades precisam dar um basta. Isso me entristeceu muito nesse dia maravilhoso", afirmou.

Veja fotos da briga entre torcedores do Atlético-PR e Vasco:


Em relação às vítimas, um dos quatro atendidos no Hospital São José, em Joinville (SC), já foi liberado: Diego Cordeiro da Costa Ferreira, de 29 anos, que levou pontos por conta de um corte no rosto segundo a Sportv.

Seguem sob observação o vascaíno Gabriel Ferreira Vitael, de 20 anos, e os atleticanos Estevam Viana, de 24, e William Batista, de 19, todos com traumatismo craniano. De acordo com os hospitais, contudo, ao menos dois deles devem ser liberados nesta segunda-feira. Nenhum corre risco de morte.

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