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No mês passado, veterano do Botafogo declarou ao SporTV que meia do São Paulo não conseguiria jogar no futebol europeu por não ter intensidade em campo

Paulo Henrique Ganso chegou a criar bastante intriga no Santos quando falava sobre a sua intenção de atuar no futebol europeu. Hoje mais maduro, o meia não perdeu a vontade de deixar o Brasil, porém é suficientemente comedido para não incomodar os dirigentes do São Paulo. E nem mesmo um comentário negativo do holandês Clarence Seedorf sobre o assunto é capaz de mudar a postura do atleta.

No mês passado, o veterano do Botafogo declarou ao SporTV que Ganso "não conseguiria jogar na Europa" por não ter intensidade em campo. O jogador do São Paulo não se abalou.

"O Seedorf não falou de mobilidade. Ele disse para eu ser mais intenso e dinâmico, pois o futebol europeu é assim. Vou pegar esse conselho. Não foi uma crítica, até porque ele também comentou que admira o meu futebol", afirmou o camisa 8 são-paulino.

O último clube de Seedorf na Europa foi justamente aquele que teria manifestado interesse na contratação de Ganso após a sua evolução no São Paulo: o Milan.

"Mas não chegou nada para mim, até porque não é para mim que deve chegar, e sim para o clube", corrigiu o meia, em mais uma amostra de sua mudança de comportamento.

O que não muda em Ganso é o desejo de, um dia, poder contrariar Seedorf e fazer sucesso na Europa.

"Todos os jogadores têm esse sonho. Continuo com esse sentimento, sim", afirmou o atleta, apesar de fazer questão de se dizer satisfeito no Morumbi. "Tenho quatro anos de contrato e, de repente, posso renovar por mais cinco ou seis temporadas. Estou muito feliz no São Paulo. Se tiver que sair uma hora, quem decidirá isso será o presidente.


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