Presidente da França rejeita benefícios fiscais para clubes de futebol do país

Por Reuters |

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François Hollande se reuniu com representantes das agremiações, mas manteve a postura de cobrar impostos

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Philippe Wojazer/Reuters
Frederic Thiriez, presidente da Liga Francesa de Futebol, se reuniu com Hollande nesta quinta

O presidente da França, François Hollande, finalmente encontrou um grupo de interesse ao qual soube dizer "não".

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O líder socialista disse na quinta-feira aos proprietários dos times que não pretende revogar nem isentá-los de um imposto de 75 por cento sobre salários superiores a 1 milhão de euros por ano, apesar de uma ameaça de paralisação dos jogos neste mês.

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"A necessidade de limpar as finanças públicas justifica completamente esse esforço exigido das empresas que optaram por pagar salários anuais tão altos", disse Hollande em nota após reunião com os executivos dos clubes.

A determinação de Hollande em manter o superimposto com vigência de dois anos contrasta com o recuo do governo em outras frentes fiscais, como uma proposta de imposto sobre os caminhões, que foi suspensa nesta semana após protestos de agricultores e caminhoneiros.

O imposto de 75 por cento sobre os grandes salários foi uma promessa de Hollande na campanha presidencial.

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