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Atacante marcou no triunfo de 3 a 2 sobre o Vitória e emendou uma série de seis partidas afastado por lesão. Agora, retornará diante do Atlético Nacional, pela Sul-Americana

Luís Fabiano participou do treinamento do São Paulo nesta terça-feira, no CT da Barra Funda
Divulgação/São Paulo FC
Luís Fabiano participou do treinamento do São Paulo nesta terça-feira, no CT da Barra Funda

Luis Fabiano diz que aceitaria - a contragosto - ficar no banco de reservas do São Paulo , mas desde que merecesse. Segundo o atacante, não é o caso. De volta ao time nesta quarta-feira, no duelo contra o Atlético Nacional, no Morumbi, pela Copa Sul-Americana , após seis partidas como desfalque, ele lembra que balançou a rede em sua última exibição e, na sequência, combinou com Muricy Ramalho que retornaria entre os titulares.

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"Eu não saí por opção, tanto que, no meu último jogo, vencemos e fiz gol. Infelizmente, saí por lesão. É óbvio que o time foi muito bem durante o tempo em que fiquei machucado, não pude participar dessa ascensão, mas não foi porque eu estivesse mal, por deficiência técnica. Não joguei porque estava lesionado", argumenta.

Sua última atuação foi em 5 de outubro, no triunfo por 3 a 2 sobre o Vitória , em casa. De lá para cá, por conta de contratura na coxa esquerda, ele não enfrentou Cruzeiro , Corinthians , Náutico , Bahia , Internacional e Universidad Católica. Período no qual Aloísio marcou seis gols, mas não mudou a promessa do comandante.

"O treinador conversou comigo e combinou que eu ficaria um pouco mais fora para que eu pudesse treinar e me recondicionar fisicamente antes de voltar como titular. Foi esse o combinado. Está sendo cumprido o combinado, nada mais do que isso. De repente, nos próximos jogos, pode acontecer alguma coisa, mas esse foi o combinado", reforçou o camisa 9, que já viveu situação semelhante no clube.

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"Estou muito tranquilo daquilo que sou capaz. No ano passado, o Willian José estava muito bem quando eu me machuquei, e começaram a colocar minha titularidade em xeque. Meu contrato não tem nenhuma cláusula de que tenho que ser titular absoluto nem de que tenha que fazer gol todo jogo. Se tiver que ficar algum dia no banco, eu não vou gostar - porque quem está feliz no banco não pode vestir esta camisa -, mas vou respeitar a decisão", comentou.

Com o discurso humilde de que é apenas mais um no elenco e "até um jogador de 100 milhões de euros já ficou no banco do Real Madrid" (o atacante galês Gareth Bale, no caso), Luis Fabiano também não deixou de elogiar Aloísio. O centroavante reserva, dependendo das escolhas de Muricy, pode continuar na equipe, a seu lado.

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"Sem dúvida nenhuma, essa fase dele é boa para todos no São Paulo. Aqui, todos ganham e todos perdem. Esse momento que o Aloísio está atravessando é excelente. Fico feliz porque ele é meu companheiro de quarto nas viagens e vi toda a luta que ele teve para chegar a esse momento", concluiu o ainda artilheiro tricolor.

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