Ameaçado e contestado, Cristóvão comenta planejamento do Bahia

Por Gazeta |

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Na visão do comandante, a maior dificuldade que encontra é suprir as ausências de atletas no setor de criação de jogadas

Novamente atuando em seus domínios, a Arena Fonte Nova, o Bahia deixou escapar um resultado importante para a fuga contra o rebaixamento: o time tricolor ficou no empate com o Atlético-PR, pelo placar de 1 a 1, e segue em situação incômoda no Campeonato Brasileiro da Série A, com 37 pontos somados. Ao final da partida, ouviu-se sonoras vaias ao elenco e principalmente ao técnico Cristóvão Borges, que analisou o momento delicado vivido por seus comandados.

Na visão do comandante, a maior dificuldade que encontra é suprir as ausências de atletas no setor de criação de jogadas: "A nossa procura tem sido encontrar jogadores com características de armação, que possam dar um passe mais qualificado. Talisca e Hélder fazem isso, e eu tenho testado essa alternativa também com Souza, que sabe sair da área e tem um bom passe. Procuramos encontrar soluções com o que temos", explicou.

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Baiano de nascimento e com passagem pelo Tricolor em sua época de jogador, Cristóvão foi enfático ao tratar de suas pretensões e de seu planejamento no comando da equipe: "Quando eu cheguei, o desejo e objetivo era o de fazer o melhor pelo Bahia. Cada um procurou fazer sua parte. Eu foquei no Brasileiro e trabalhei algumas ideias para os jogadores. Na verdade, o planejamento tem que acontecer no começo de temporada. Tem que ser feito no início do ano, e não com o campeonato rolando", expressou.

Na 32ª rodada, o Bahia mede forças com o Grêmio, na Arena, em Porto Alegre. A partida será no próximo domingo, às 17 horas.

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