Gilvan Tavares não acredita em perda de mando, mas estuda opções

Por Gazeta |

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No clássico diante do Atlético-MG, realizado no Horto, torcedores do Cruzeiro brigaram entre si e ainda atiraram objetos nos rivais

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Gilvan de Pinho Tavares, atual presidente do Cruzeiro

O clássico entre Atlético-MG e Cruzeiro ainda não acabou. Pelo menos para o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), que vai julgar na próxima quinta-feira os incidentes que ocorreram no estádio Independência, envolvendo a torcida celeste. Nas cadeiras do Horto, fãs cruzeirenses brigaram entre si e ainda atiraram objetos nos atleticanos.

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Com isso, existe a possibilidade das duas equipes perderem mando de campo. O presidente da Raposa, Gilvan de Pinho Tavares, não acredita que isso aconteça. Segundo o mandatário celeste, os responsáveis pela confusão foram devidamente identificados, o que deve ser suficiente para o clube ser absolvido na justiça.

"O código é muito claro. O artigo 213, no sexto parágrafo, diz que se os culpados forem presos e apresentados à autoridade policial, o clube não tem de ser punido. E isso aconteceu. Os envolvidos foram presos e apresentados à autoridade policial. Então, o clube não tem de pagar por isso. Se formos punidos será um absurdo, uma punição que contradiz a norma", afirmou.

Prevenido, Gilvan Tavares já estuda opções para o Cruzeiro caso as justificativas não convençam o STJD. As cidades de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, e Varginha, no Sul de Minas são as preferidas para receber a Raposa. "Varginha e Uberlândia são as cidades que estão sendo pensadas, caso sejamos punidos no julgamento de quinta", disse.

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