Muricy não se ilude com distância do Z4 e pede para São Paulo não relaxar

Por iG São Paulo * |

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Mesmo com a equipe tendo conquistado dez dos últimos 12 pontos disputados, treinador são-paulino diz que o Brasileiro está irregular e que o time precisa ter os "pés no chão"

Divulgação/Site oficial do São Paulo
Muricy Ramalho conversa com o auxiliar Milton Cruz, durante o treinamento desta sexta-feira

A derrota do Vasco para o Goiás, na noite de quinta-feira, manteve o São Paulo cinco pontos acima da zona de descenso do Campeonato Brasileiro. Embora seja a maior desde que o time passou a lutar contra a queda, a distância não deixa o técnico Muricy Ramalho confortável.

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"Não dá, porque a gente estava bem atrás e agora encaixou dez dos 12 pontos, por isso saímos dessa situação. Mas pode acontecer com outros times. Esse campeonato é muito irregular. Ninguém tem o raio X desse campeonato. Está muito esquisito. Não dá para vacilar, a gente tem que continuar pisando fundo", justifica.

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Também quando Muricy chegou, o time engatou três vitórias consecutivas e conseguiu ficar acima dos últimos quatro colocados, mas, em seguida, voltou momentaneamente para a zona de rebaixamento antes da atual série de três triunfos e um empate em quatro jogos. Uma recaída que serve de alerta para não se animar excessivamente.

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"Não dava para se iludir ou pensar em Libertadores. Nosso elenco é realmente curto, estamos perdendo jogadores machucados. Tinha que ter pés no chão, tinha que saber que ia ter muita dificuldade, como realmente teve. Continua complicado, melhoramos, mas ainda não resolvemos todos os problemas", opina o comandante.

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O próximo compromisso será às 16 horas (de Brasília) de domingo, contra o Bahia, fora de casa. O time de Salvador soma os mesmos 37 pontos e, portanto, é tratado como um adversário direto. "Temos que olhar nossa posição, que ainda preocupa muito. Por isso é que a gente tem que respeitar qualquer time, como fizemos contra o primeiro colocado, o Cruzeiro, e o último, o Náutico. A gente não tem muita escolha, não. Tem que respeitar, mas tentar ganhar o jogo", concluiu.

* Com Gazeta Esportiva

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