Campanha feita por torcedores consegue quitar mais uma dívida do Vasco

Por Gazeta |

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Através do "Vasco dívida zero", torcedores conseguiram pagar uma dívida no valor de R$ 6.500. Esta é a oitava conta paga por eles

Divulgação
Campanha do Vasco "Dívida Zero"

Com menos de seis meses de existência, a campanha Vasco Dívida Zero anunciou nesta semana a quitação da oitava dívida do clube de São Januário. Desta vez, o débito era um pouco menor: cerca de R$ 6.500. Os torcedores já começaram a pagar outros cinco débitos de um total de 11 que ainda restam. No total, mais de 733 mil reais já foram pagos pelos torcedores através de Documentos de Arrecadação das Receitas Federais, os populares DARFs, emitidos a partir do site oficial do movimento: www.vascodividazero.com.br.

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Na última quinta-feira, a Receita Federal finalmente liberou as Certidões Positivas de Débito com Efeito de Negativas (CPD-EN ou simplesmente CPEN), que permitiram ao clube oficializar os contratos de patrocínio que estavam prontos desde julho. Sua emissão é consequência do acordo judicial fechado recentemente entre o Vasco e a Receita para parcelar as dívidas do clube. Mesmo com o parcelamento, os organizadores da campanha afirmam que não vão parar.

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"Não temos motivos para parar. As dívidas que foram incluídas no acordo permanecem disponíveis para receber pagamentos com nossos DARFs. Já verificamos que seus valores continuam sendo abatidos. Então, vamos continuar e assim ajudaremos o Vasco a pagar sua dívida antes do prazo de cinco anos estabelecido pelo acordo. E da maneira mais transparente possível", afirmou Rodrigo Mendonça, um dos idealizadores. 

Rodrigo ainda fez um alerta aos outros torcedores do Vasco. "As CPEN têm validade de seis meses. Se nesse período o Vasco não pagar uma parcela, vai perder as certidões e suas receitas voltarão a ficar penhoradas. Se pagar, serão renovadas por mais seis. No início, as parcelas são de pouco mais de 700 mil reais. Nos dois últimos anos, porém, aumentarão de mais de 1,8 milhão, mais atualização pela taxa Selic. Se a torcida não ajudar, o clube vai ter sérias dificuldades para conseguir cumprir esse compromisso e ainda bancar suas despesas", finalizou.

Em setembro, em virtude das dúvidas, chegou a faltar água na sede do clube. Para solucionar o problema, o clube parcelou o valor de R$ 1,3 milhão com o Cedae em 36 parcelas. 

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