Gaúchos sofreram gols em bolas alçadas na área e perderam para o Criciúma em casa

Elano domina a bola no ataque do Grêmio
Lucas Uebel/Grêmio FBPA
Elano domina a bola no ataque do Grêmio

Se contra o São Paulo o Grêmio basicamente se defendeu e conseguiu a vitória em sua única chegada perigosa na partida, diante do Criciúma, nesta quarta, ocorreu o contrário. A equipe de Renato Gaúcho pressionou na maior parte do jogo, criou chances, mas viu o time catarinense ser mais efetivo e vencer por 2 a 1 . Para os atletas, a falta de atenção nos lances dos dois gols foi fatal para o resultado negativo em plena Arena.

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"No primeiro tempo eu já disse para a gente marcar. Duas vezes eles entraram livres dentro da área para cabecear. Temos de conversar para não errarmos mais esse tipo de lance", reclamou o zagueiro Rhodolfo. "Temos de ter mais atenção e concentração nos 90 minutos. Precisamos melhorar isso, mas o grupo está bem", afirmou o centroavante Barcos.

Com atuação apagada, o argentino não se incomodou em ser vaiado pela torcida ao fim da partida: "É normal quando as coisas não saem como a gente espera. Estava difícil, fui muito marcado. Mas estou acostumado. O torcedor tem todo o direito, ele paga o ingresso e tem todo o direito de vaiar e aplaudir quem ele quiser", afirmou.

O zagueiro Werley não quis colocar em ninguém a culpa pelos gols sofridos: "Não estou reclamando individualmente de ninguém. Aqui ganha todo mundo e perde todo mundo, sempre junto. Em duas bolas paradas eles chegaram e nos venceram", afirmou o defensor, que admite que as duas derrotas para o Criciúma (no turno, venceu o Grêmio por 2 a 1) complicam as chances de título do time gaúcho: "É claro que complica. Nossos adversários venceram esses jogos, mas nós perdemos seis pontos", resumiu.

O Grêmio voltará a campo no sábado, contra o Fluminense, no Maracanã. Mesmo com a derrota, a equipe gaúcha segue na vice-liderança do Brasileirão ao fim desta rodada, com 48 pontos. 


* Com Gazeta

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