"Não vi, mas o Alan falou. Espero que não aconteça mais. Não tem motivo para fazer isso", irritou-se o treinador palmeirense

Gílson Kleina, técnico do Corinthians
Divulgação/Palmeiras
Gílson Kleina, técnico do Corinthians

Do empate com o América-MG , além do ponto somado, o Palmeiras também traz reclamações. Gilson Kleina relatou que a cotovelada que deixou Valdivia com olho roxo e boca inchada não foi a única agressão sobre seu time, que considera visado por ser quem mais gera repercussão na Série B do Brasileiro. Por isso, cobra punição, a começar pelo meia-atacante Willians, que cuspiu em Alan Kardec.

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"É uma vergonha, um companheiro (de trabalho). Não vi, mas o Alan falou. Espero que não aconteça mais. Não tem motivo para fazer isso", irritou-se o treinador durante o programa Mesa Redonda. 

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O cuspe de Willians, que já jogou no Verdão, foi um dos episódios da confusão que culminou na expulsão de Alan Kardec. Logo após lance no qual o Palmeiras pede pênalti em Márcio Araújo, o centroavante foi alvo de carrinhos com os dois pés altos de Matheus, goleiro que ainda o empurrou e lhe deu um pisão enquanto estava no chão.

Kardec encarou Matheus e Willians se enfiou no meio do bolo de jogadores já cuspindo no rosto do jogador do Palmeiras. Só o camisa 14 do Verdão e o goleiro Matheus foram expulsos. No fim do jogo, Valdivia cobrou ação do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) também por conta da cotovelada que recebeu.

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"O Valdivia tomou uma cotovelada, o Alan uma pancada. O próprio Mendieta... São jogadores muito visados. Temos que tomar cuidado e esperar que possam ser punidos", pediu Kleina. "Na confusão, foi uma falta a nosso favor. Deveria ser penalizado o adversário, e o árbitro não penalizou. Ainda penalizou o Alan Kardec. As equipes estão chegando muito forte, é até desleal", prosseguiu o técnico.

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