Disciplina é um dos motivos para saída de Emerson do time titular, explica Tite

Por Gazeta |

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Além de jogar mal na última partida do Corinthians, atacante provocou polêmicas ao se revoltar com substituição e postar foto beijando um amigo

Emerson jogou mal contra o Coritiba, deu chilique ao ser substituído e, terminado o triunfo do Corinthians por 1 a 0 no domingo, publicou uma foto sua beijando um amigo. Ele conseguiu irritar parte da torcida e o técnico Tite, que o deixará no banco no confronto com o Luverdense, na quarta-feira, no Mato Grosso.

Com Emerson no banco, Pato segue entre os titulares do Corinthians

Terminado o treino de terça - acompanhado por quase 2.000 torcedores no Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde -, o treinador explicou por que colocou o Sheik entre os reservas. Não foi pelo mesmo motivo de Edenílson, Paulo André, Fábio Santos e Renato Augusto, que não serão escalados por razões físicas.

Sheik no treino de 16 de julho, quando renovou com o Corinthians. Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. CorinthiansEmerson Sheik renovou contrato. Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. CorinthiansEmerson pede que Tite não aceite proposta da Inter de Milão. Foto: Daniel Augusto Jr./Agência CorinthiansEmerson Sheik com Marília Gabriela. Foto: DivulgaçãoEmerson e Pato em momento descontraído de treino do Corinthians. Foto: Daniel Augusto Jr./Agência CorinthiansEmerson Sheik e sua macaca de estimação, Cuta. Foto: DivulgaçãoEmerson comemora gol do Corinthians na decisão da Libertadores 2012. Foto: Gazeta PressEmerson comemora com Chicão seu gol na final da Libertadores. Foto: Gazeta PressEmerson: da favela para o título da Libertadores. Foto: EFEEmerson vai passar por avaliação médica depois do clássico contra o Palmeiras. Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. CorinthiansGuerrero comemora gol com Emerson. Primeiro tempo acabou 1 a 0 para o Corinthians. Foto: APO atacante Emerson chuta para fazer o gol do Corinthians diante do São Paulo, no Pacaembu. Foto: Gazeta PressEmerson, grande nome da final, beija a taça de campeão da Libertadores . Foto: EFEEmerson, o nome do jogo, comemora o segundo gol do Corinthians na grande final. Foto: AFPEmerson bate na saída do goleiro e marca o segundo do Corinthians na final. Foto: AFPEmerson faz careta . Foto: Daniel Augusto Jr./Agência CorinthiansEmerson se distrai com o celular antes do jogo contra o Tijuana no Pacaembu. Foto: Daniel Augusto Jr./Agência CorinthiansEmerson chegou atrasado ao treino pela segunda vez em uma semana e será multado. Foto: Daniel Augusto Jr./Agência CorinthiansEmerson Sheik segura a risada enquanto é fotografado nos exames médicos do Corinthians neste início de ano. Foto: Daniel Augusto Jr./Agência CorinthiansEmerson Sheik foi mais um corintiano em cima do trio elétrico na manhã desta terça-feira. Foto: Futura PressEmerson Sheik, atacante do Corinthians. Foto: Gazeta PressO atacante Emerson Sheik corre para festejar o seu gol no clássico Corinthians x São Paulo. Foto: Gazeta Press

"Há um cunho técnico e (um) disciplinar em todas as situações", afirmou Tite, que apostou em Alexandre Pato no lugar do camisa 11. "O cunho técnico é porque o Pato entrou bem pelo lado (esquerdo), com o Romarinho pelo outro lado e o Guerrero por dentro."

A parte técnica, porém, não tem o mesmo peso da disciplinar na opção. No jogo anterior à vitória sobre o Coritiba - o empate sem gols com o Fluminense no Rio -, Emerson foi, de longe, o melhor corintiano em campo. O problema foi mesmo soltar palavrões ao ser substituído, recusar agressivamente um agasalho e atirar longe uma garrafa de água.

Sheik dá de ombros para polêmica sobre selinho e aumenta histórico controverso

"Não sei quanto ele estava bravo consigo mesmo porque não teve o melhor desempenho ou com o treinador que o tirou. De qualquer forma, não podemos dar margem para interpretação. O mais importante é o Corinthians, não o Tite, o Emerson ou qualquer outro", discursou Tite.

O técnico contou que teve uma conversa com o Sheik sobre o assunto. "Eu disse a ele que tenha calma. Ele não pode ficar chateado e dar margem para eu responder uma série de coisas. Mata no peito!", pediu o comandante gaúcho.

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