Abdalla evita críticas a Juvenal e fala em ser candidato em consenso

Por iG São Paulo |

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Ex-diretor jurídico do São Paulo disse que decidiu concorrer à presidência do clube a pedido de conselheiros tanto da situação quanto da oposição

Divulgação/Câmara de São Paulo
Kalil Rocha Abdalla recebeu homenagem do vereador Marco Aurélio Cunha na Câmara Municipal de São Paulo em 2011

Pré-candidato à presidência do São Paulo, Kalil Abdalla evitou criticar Juvenal Juvêncio, atual mandatário do clube. Em entrevista à rádio ESPN, o ex-diretor jurídico falou que resolveu tentar o cargo por pedidos de diversos conselheiros tricolores.

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“Era diretor desde que assumimos em 2002, com o presidente Marcelo Portugal Gouveia e me mantive no período com o Juvenal. Tenho profundo conhecimento a respeito do São Paulo e resolvi me candidatar atendendo à ponderação de diversos conselheiros de situação e oposição. Muitos me procuraram dizendo que eu deveria ser o candidato em consenso”, falou Abdalla.

O advogado, embora tenha assumido papel de principal opositor a Juvenal, rechaçou tal rótulo. Ele afirmou ter bom relacionamento com o atual presidente são-paulino e reiterou que entregou seu cargo no clube apenas para evitar conflitos éticos.

“Faz 12 anos que convivo com o pessoal da situação de maneira plena e satisfeita. Só achei que não seria ético compor um cargo na diretoria”, explicou o ex-dirigente, amigo de Marco Aurélio Cunha, hoje também nome forte na oposição e que deverá compor sua chapa.

Assim como pensam diretores do São Paulo, Abdalla também considera que o processo eleitoral começou de forma precipitada – as eleições ocorrem somente em abril de 2014. No entanto, o advogado disse que isso ocorreu pela necessidade de haver uma renovação no Conselho do clube.

“Essa precipitação, que eu acho que há, causou até um mal estar. Mas surgiu por causa de um problema no Conselho. Haverá uma primeira eleição para 80 conselheiros e depois será a escolha do presidente. Uma renovação no Conselho não seria má”, disse Abdalla.

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