Atacante peruano viu o camisa 7 do Corinthians ser vaiado pela torcida no Pacaembu durante o segundo tempo da partida contra o Coritiba

Guerrero, atacante do Corinthians
Wagner Carmo/Inovafoto/Gazeta Press
Guerrero, atacante do Corinthians

Quando Alexandre Pato perdeu gol contra o Coritiba no domingo, boa parte da torcida do Corinthians gritou o nome de Guerrero. O peruano acabou substituindo o vaiado camisa 7 e fez de pênalti o gol que decretou o triunfo por 1 a 0.

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Apesar da chateação compreensível, Guerrero disse não ver o companheiro abatido. Ele usou uma palavra que é repetida à exaustão pelo próprio Pato para definir a sua situação e seu desempenho no clube do Parque São Jorge, até aqui bem abaixo da expectativa.

"Ele está tranquilo. Demos apoio a ele porque é um jogador importante, todo o mundo sabe que a qualquer momento ele vai desequilibrar. Às vezes, eu também não consigo jogar como eu quero", disse o camisa 9, dando um desconto ao criticado colega pela marcação forte do adversário.

"Os times chegam ao Pacaembu e se fecham. É difícil para o centroavante e para todos os atacantes chegar ao arco do rival. Por isso, ele tem que ficar tranquilo. A gente vai dar apoio a ele, o grupo tem que ser unido quando acontece uma coisa assim", acrescentou Guerrero, referindo-se às vaias.

O peruano é o titular e só começou no banco no domingo porque voltou desgastado de um jogo na Coreia do Sul por sua seleção. A julgar pelas atuações contra o Coritiba, é muito provável que a ordem seja restabelecida no embate com o Luverdense, na quarta, pela Copa do Brasil.

*Com Gazeta

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