Kalil garante Atlético-MG no Horto, mas diz que usa Mineirão quando quiser

Por Gazeta |

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Dirigente argumenta que a renda de R$ 14 milhões, a maior do futebol da América do Sul, obtida na final da Copa Libertadores, não vai se repetir em todos os jogos

Andres Stapff/Reuters
Finak da Libertadores contra o Olimpia rendeu R$ 14 milhões ao Atlético-MG

O presidente do Alexandre Kalil voltou a afirmar que o Atlético-MG não vai mandar os jogos do Brasileiro no Mineirão. O dirigente argumenta que a renda de R$ 14 milhões, a maior do futebol da América do Sul, obtida na final da Copa Libertadores, não vai se repetir em todos os jogos, e que por isso, a melhor opção é o Independência. O dirigente disse ainda, que quando for necessário manda as partidas no Gigante da Pampulha sem pagar aluguel do estádio.

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"Vamos parar de querer ser mais esperto que todo mundo. Se o Atlético-MG tiver uma final de Libertadores toda semana, eu vou jogar no Mineirão para ter renda de R$ 14 milhões. Dar renda de R$ 1 milhão, R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões, eu dou no Independência. Ou será que acham que vai dar renda de R$14 milhões todo jogo, renda de Barcelona? Vou continuar com minha teimosia e eu jogo no Mineirão o dia que eu quiser e sem pagar nada", disse Kalil em entrevista à Rádio Itatiaia.

O fato de ter mandado a final da Libertadores no Mineirão sem pagar as despesas, abriu brechas para o Cruzeiro questionar a Minas Arena, empresa que administra o estádio. A Raposa tem um contrato com a concessionária e paga a maior parte dos custos, situação que Kalil acha inadmissível. O mandatário atleticano deixa claro que segue um edital do Governo de Minas e atua no Mineirão quando quiser.

"Em dezembro de 2012, nós comunicamos que iríamos jogar a final da Libertadores no Mineirão sem pedir nada. Não pedi nada a ninguém, não teve nada de data do Governo. O Mineirão é um negócio: eu vou lá, jogo, pego minha renda, meu ingresso, estacionamento e vou embora. É isso", concluiu.

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