Mesmo com a queda por 2 a 1 para o Paysandu, time catarinense é o quarto colocado da Série B, com 19 pontos

O técnico do Figueirense , Adilson Batista, não escondeu a decepção após a derrota da sua equipe para o Paysandu, por 2 a 1, nessa terça-feira. A equipe catarinense saiu na frente, com Tchô, mas viu o adversário empatar ainda no primeiro tempo e virar na etapa final.

"Acho que nós pecamos no primeiro tempo. Jogamos melhor do que o Paysandu, deveríamos feito o segundo gol, que nos daria tranquilidade. Mas acabamos sofrendo um gol de empate em uma penalidade, um lance que nós havíamos alertado e mostrado (para os jogadores). No segundo tempo também tivemos dificuldades, erramos passes, e eles fizeram o gol. E aí se fecharam, jogaram no contra-ataque. A gente procurou rodar a bola, trabalhar, mas não fomos eficientes para concluir", disse o treinador em entrevista coletiva após o jogo.

As maiores críticas direcionadas a Adilson vieram por ele ter deixado no banco Rafael Costa, vice-artilheiro do ano no Brasil, com 18 gols, e Ricardinho. Para o treinador, a entrada da dupla poderia prejudicá-los fisicamente nas próximas semanas e atrapalhar a equipe.

"Se eu entro com os dois, e perco ambos, iam me questionar porque não segurei um. É sempre esse tipo de questionamento, mas isso é coisa de gente que está fora. Olha os jogadores do Paysandu, a grande maioria saiu com cãibras e dores. (...) São 18 dias, seis jogos (até o próximo dia 18, na 16ª rodada, contra o ABC). Alguém vai ficar cansado e não renderá o esperado", completou.

Mesmo com a derrota para o Paysandu, o Figueirense é o quarto colocado da Série B, com 19 pontos. A próxima partida da equipe catarinense será disputada neste sábado, contra o Joinville.

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