Torcida tem laços com diretoria e dedicou protesto exclusivamente contra os jogadores

Torcida
Miguel Schincariol/ Gazeta Press
Torcida "não organizados" protestaram antes do jogo contra o Cruzeiro

A onda de protestos contra a situação do São Paulo ficou ainda maior depois da derrota por 3 a 0 para o Cruzeiro, neste sábado, pelo Campeonato Brasileiro. Assim que terminou o jogo, as duas maiores organizadas do clube se posicionaram em frente ao portão principal do Morumbi para uma forte manifestação.

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Os torcedores concentraram suas críticas ao time, gritando "queremos jogador" e "pipoqueiros" , além de outros insultos. Mais uma vez, um dos mais hostilizados foi o lateral esquerdo Juan, que sequer ficou no banco de reservas neste sábado.

O meia Paulo Henrique Ganso e o atacante Luis Fabiano também foram muito criticados. O contraste entre os protestos das organizadas e do torcedor comum é visível.

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Antes do jogo, cerca de 50 são-paulinos que não fazem parte das uniformizadas direcionaram os protestos ao presidente Juvenal Juvêncio e à diretoria de futebol. Já depois da partida, quando a manifestação foi encabeçada pelas organizadas, o time virou o foco, com exceção do goleiro Rogério Ceni.

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