Por dívida, Nobre diz que ingresso será caro e quer só Avanti no estádio

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Presidente do Palmeiras disse que pretende ter mais sócios-torcedores do que lugares no estádio

Gazeta Press
Paulo Nobre, presidente do Palmeiras

Após protestos pelo ingresso por R$ 60 ou R$ 200 para quem não é sócio-torcedor na estreia do Palmeiras na Série B do Campeonato Brasileiro, Paulo Nobre reduziu os valores a até R$ 20. Mas essa não é a tendência. O presidente vê o Avanti como solução para os problemas financeiros do clube, por isso manterá os privilégios e a ponto de querer apenas eles nos estádios.

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"Meu sonho é que, um dia, quem não é sócio-torcedor não consiga nem ter acesso ao ingresso não por causa do preço, mas porque teremos mais sócios-torcedores dos que lugares no estádio", disse o mandatário.

O dirigente convoca o torcedor como um parceiro para fortalecer o Verdão economicamente. "Esse é o futuro. Quero que o palmeirense entenda e abrace essa ideia para sairmos do problema financeiro em que nos encontramos hoje. E isso só vai acontecer com a ajuda do torcedor."

Com esse pensamento, o recado é de que será inútil se manifestar, como membros de organizadas fizeram ficando fora do estádio por opção devido ao preço das entradas. "Será um preço caro. Vamos fazer isso porque precisamos defender as finanças do clube", reforçou.

"A tendência é um ingresso caro e todo sócio-torcedor terá o direito de ter esse ingresso como meia. Quem não for sócio-torcedor e quiser ir ao estádio ver jogos do Palmeiras, pagará um preço diferenciado", prosseguiu Nobre, que promete também um plano de milhagem para que o torcedor mais presente tenha prioridade entre os membros do Avanti.

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