Sem Engenhão, vice de futebol prevê ano difícil para o Botafogo

Por Gazeta |

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Há mais de dois meses sem poder realizar partidas no local, clube começa a ver sua situação financeira altamente prejudicada para o resto de 2013

Interditado desde 26 de março, o estádio Olímpico João Havelange, era a principal fonte de renda do Botafogo. Há mais de dois meses sem poder realizar partidas no local, e com a previsão de fechamento por mais um ano e meio, o clube começa a ver sua situação financeira altamente prejudicada para o resto de 2013.

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Vice-presidente de futebol do Botafogo, Chico Fonseca afirmou que a situação do clube é delicada: "Estamos trabalhando diariamente desde o fechamento do Engenhão, tivemos uma perda muita grande de faturamento. Não vai ser simples equilibrar o ano do Botafogo", disse o dirigente em entrevista ao canal Fox Sports.

Nesta semana, o clube quitou um dos dois meses que deve de salario atrasados para o elenco. Para seguir com as contas em dia, a solução pode ser a venda de alguns jogadores. O primeiro da lista é o meio-campista Fellype Gabriel, que está perto de ser negociado com o futebol dos Emirados Árabes. O zagueiro Dória, revelação da equipe, pode ser o próximo.

Apesar das negociações em vigor, Fonseca adota cautela sobre um possível desmanche da equipe: "Além de um ganho financeiro, existe certa economia quando você deixa de ter o encargo salarial do jogador. Temos que analisar no aspecto financeiro e no aspecto técnico também".

Além de Dória e Fellype Gabriel, outros jogadores do Botafogo tiveram seus nomes sondados para possíveis transferências. O goleiro Jéferson, o volante Renato e o meia-atacante Vitinho também estão na mira de clubes nacionais e do exterior.

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