"Estou seguro, tivemos normalmente um encontro e estou à frente do trabalho", disse o técnico do São Paulo

Ney Franco se reuniu na quinta-feira à tarde com o presidente Juvenal Juvêncio e ouviu dele a garantia de continuar à frente da equipe. O encontro se deu no dia seguinte à derrota para o Goiás, quando a torcida são-paulina protestou, inclusive contra o próprio mandatário, e gritou o nome do recém-demitido Muricy Ramalho.

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Ney Franco, técnico do São Paulo
Site oficial/SPFC
Ney Franco, técnico do São Paulo

Antes da reunião, assim que chegou ao CT da Barra Funda, Juvenal falou rapidamente com os jornalistas e negou que o técnico tricampeão brasileiro pudesse voltar. Depois, chamou o atual comandante do time para transmitir apoio.

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"Estou seguro, tivemos normalmente um encontro e estou à frente do trabalho. Vamos continuar o trabalho e seguir o barco. Sigo com a mesma cabeça, a mesma posição de depois do jogo. Estou seguro e preparado para continuar o trabalho", disse Ney Franco, na manhã desta sexta.

Para o treinador, as manifestações dos torcedores não condizem com a campanha feita até aqui no Campeonato Brasileiro, em que o time é o terceiro colocado, com um ponto a menos do que o líder Coritiba. Devem-se muito mais às eliminações recentes no Paulista e na Libertadores.

"Mas não influenciam em nada nas minhas decisões. Meu entendimento é de que o momento de turbulência já pode começar a ser mudado na quarta-feira. Não tem outra solução a não ser vencer. A gente espera começar a controlar esse foco de insatisfação", concluiu.

O jogo de quarta-feira, o último antes da pausa pela Copa das Confederações, será contra o Grêmio, em Porto Alegre. Na sequência, o elenco ganhará dez dias de férias por ter iniciado a temporada muito cedo, em razão da fase preliminar da Libertadores.

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