Com apenas 16 anos de idade, o atacante Gabriel já faz parte do elenco profissional do Santos e é tratado como uma das principais apostas para o futuro do clube

Com apenas 16 anos de idade, o atacante Gabriel já faz parte do elenco profissional do Santos e é tratado como uma das principais apostas para o futuro do clube. Mas o jovem talento, que entrou em campo nas três primeiras partidas da equipe no Campeonato Brasileiro, destacou que não quer ser mais chamado pelo apelido de Gabigol, muito utilizado quando ele ainda atuava nas categorias de base do time praiano.

"Gabigol era o meu apelido na base, mas no profissional eu posso escolher. Gosto muito de Gabriel, que foi o nome que a minha mãe escolheu para mim", afirmou o atleta, rechaçando a possibilidade de ter preterido o seu apelido, por receio de uma pressão maior por conta disso.

"Sei que muita gente pode pensar que é por causa disso, mas não é por cobrança, de que eu ainda não fiz gol (no profissional), como já ouvi dizer. É que eu prefiro ser chamado de Gabriel mesmo", completou o atacante.

Sobre a possibilidade de começar como titular diante do Criciúma, na próxima quarta-feira, às 19h30 (horário de Brasília), no Estádio Heriberto Hülse, Gabriel prefere não opinar e deixar a decisão a cargo do técnico interino, Claudinei Oliveira.

O treinador santista precisa escolher o substituto de Montillo, convocado para defender a Argentina nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014, diante da Colômbia, na próxima sexta-feira, e Equador, no dia 11 de junho.

Sem o camisa 10, Claudinei tem a opção de fazer uma troca simples, com a entrada do meia Felipe Anderson no lugar de Montillo, ou uma mudança de esquema tático, passando a atuar no 4-3-3, com Gabriel ao lado de Neílton e Willian José, no ataque.

"Não sei se vou jogar. Deixo nas mãos do Claudinei. Se ele precisar, estou pronto para entrar (como titular)", emendou o atacante.

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