O time de Campinas possui 60% dos direitos econômicos do meio-campista, avaliado em R$ 10 milhões

O presidente Márcio Della Volpe já recusou duas ofertas do São Paulo pelo lateral direito Cicinho, mas continua disposto a negociar o jogador. Presente na festa de premiação do Campeonato Paulista, na noite de segunda-feira, o mandatário da Ponte Preta deu até pistas de como pode ser convencido a sacramentar a transação.

Cañete não está nos planos do São Paulo
Gazeta Press
Cañete não está nos planos do São Paulo

Quando questionado se havia recebido uma oferta de R$ 6 milhões mais a cessão do meia-atacante argentino Cañete, atualmente afastado do elenco do São Paulo, Della Volpe abriu um sorriso: "Infelizmente, não. Se fosse assim, teríamos grandes chances de fechar o negócio. Pode ser que ainda nos mandem essa proposta".

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Por enquanto, segundo o presidente da Ponte Preta, o São Paulo já aceitou desembolsar R$ 3 milhões para ter 60% dos direitos econômicos de Cicinho, além de repassar o zagueiro João Filipe, o meio-campista Dener, o atacante Wallyson e outro atleta não revelado. "Deixamos claro que esses jogadores não nos interessavam", disse, voltando a indicar o seu desejo. "Daquela vez, nem nos ofereceram o Cañete.

"Della Volpe afirmou que continua à espera de uma nova oferta são-paulina por Cicinho, pensando também em reforçar a Ponte. "Estamos dando uma olhada no mercado, procurando principalmente um meia ( como Cañete ). Meia é o que todo o mundo quer, não?", comentou.

A Ponte Preta possui 60% dos direitos econômicos de Cicinho, avaliado em R$ 10 milhões. O jogador tem 10%, e os outros 30% são de um grupo de investidores. "É preciso agradar a todas as partes. Os R$ 3 milhões eram muito abaixo do que os investidores pagaram, então recusamos de cara. O Cicinho talvez abra mão de receber a quantia dele. Mas a questão é financeira. Se o sonho do jogador é ir para o São Paulo, o clube deve abrir os cofres", sugeriu o admirador de Cañete.

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