O diretor executivo do clube, José Carlos Brunoro, acredita que ficou até mais chateado do que os fãs com a desclassificação na Copa Libertadores

Brunoro é cartola do Palmeiras
Gazeta Press
Brunoro é cartola do Palmeiras

A torcida do Palmeiras ficou desolada nas arquibancadas do estádio do Pacaembu depois da eliminação na Copa Libertadores da América diante do Tijuana. No entanto, o diretor executivo do clube, José Carlos Brunoro, acredita que ficou até mais chateado do que os fãs com a desclassificação, por ser um dos principais responsáveis pela montagem do elenco.

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"Claro que ficamos tristes, sofremos talvez até mais do que o torcedor, porque temos o poder nas mãos e queremos fazer muito para dar alegria, mas, às vezes, a situação foge do controle", comentou o dirigente, que ocupa cargo remunerado.

Ao avaliar a eliminação, o diretor executivo recorreu a um lado mais emocional do que Paulo Nobre. Enquanto o presidente disse que não poderia responsabilizar a arbitragem pela queda (mesmo apontando os erros do trio), Brunoro reclamou bastante dos árbitros dos dois jogos contra o Tijuana.

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"Todo time do Brasil fala sobre juiz e, dessa vez, temos direito, porque fomos prejudicados no Pacaembu e em Tijuana. Se considerar o segundo gol, tenho de atribuir a essa situação. Nunca ficamos lamentando, mas, nesse caso, foi extremamente participativo", afirmou.

Brunoro ficou inconformado com a anulação do gol de Kleber, que seria o de empate por 2 a 2 no Pacaembu, mas o assistente se equivocou e anotou impedimento, sem perceber que o atacante estava na mesma linha do defensor.

Além disso, o clube ainda defende que Wesley sofreu um pênalti não marcado no empate por 0 a 0, no México. Na opinião de Brunoro, os dois lances pesaram na desclassificação. "São lances capitais, que poderiam ter nos deixado na próxima fase", lamentou.

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