Imprensa argentina noticiou pedido de Gobbi e Sanchez para ter paraguaio contra o Boca

Amarilla revoltou Tite e os jogadores do Corinthians
Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians
Amarilla revoltou Tite e os jogadores do Corinthians

O jornal Clarín, da Argentina, noticiou que o Corinthians , por meio de seu presidente Mário Gobbi e de Andrés Sanchez, o ex-mandatário, foi a Assunção no último dia 8 de maio, uma semana após a partida de ida contra o Boca Juniors pelas oitavas de final da Libertadores, para pedir na sede da Conmebol a escolha de Carlos Amarilla para a apitar o jogo de volta no dia 15.

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Por meio de nota oficial, o Corinthians confirmou a viagem de Gobbi e Sanchez a Assunção, mas negou que a visita à sede da Conmebol tenha sido pensada para pedir a escalação do árbitro paraguaio para a partida contra o Boca Juniors. A viagem teria tido o propósito de aproximar o clube ao novo presidente da entidade, o uruguaio Eugenio Figueiredo.

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"No último dia 08 de maio, Mário Gobbi Filho, presidente do Sport Club Corinthians Paulista, e Andrés Sanchez, ex-presidente e conselheiro vitalício do clube, estiveram na sede da Conmebol, em Assunção, no Paraguai, para almoçar com Eugênio Figueiredo, novo presidente da entidade. Durante a visita, os representantes corinthianos lhe desejaram uma boa gestão, como fazem com todos os clubes, mas em nenhum momento falaram sobre arbitragem", disse o Corinthians.

Amarilla teve atuação desastrosa no empate em 1 a 1 que culminou na eliminação corintiana. O clube reclamou de quatro decisões (dois pênaltis não marcados e dois gols anulados) e atribuiu a ele a maior culpa pela queda precoce na Libertadores. A escolha do paraguaio para apitar a partida do Corinthians foi feita dois dias depois da reunião de Gobbi com Figueiredo.

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