Os dois gols sofridos pela equipe praiana, na derrota para o Corinthians, por 2 a 1, no Pacaembu, se originaram de jogadas aéreas

Mesmo com o Santos balançando as redes nos últimos três jogos, com gols marcados de cabeça - Edu Dracena, contra o Mogi Mirim, e Durval, diante de Joinville e Corinthians -, o técnico Muricy Ramalho lamentou que o seu time não tenha atletas de maior estatura, para os lances de bola parada. Isto porque, os dois tentos sofridos pela equipe praiana, na derrota para o Corinthians, por 2 a 1, no Pacaembu, se originaram de jogadas aéreas.

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"Não é o ideal assim. Nós temos jogadores muito pequenos. Os gols deles saíram assim, de cabeça, em bola parada. Todos os times fazem muito isso", analisou Muricy, que não vê o Peixe igual aos rivais, neste quesito.

"Nós não levantamos muitas bolas na área, porque não temos tantos jogadores altos. Não temos cabeceadores e não fazemos isso, a não ser quando o André fica lá. Mesmo assim, não utilizamos muito", comentou.

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Na equipe titular santista, o jogador mais alto é o capitão Edu Dracena, com 1,87 m. Durval, seu companheiro de zaga e responsável pelos gols alvinegros, nas duas últimas partidas do Santos, mede 1,85 m.

Sem compromissos durante a semana, o Peixe agora concentra as suas atenções para o segundo e decisivo confronto da final do Paulistão. Os santistas recebem o Corinthians, no próximo domingo, às 16 horas (horário de Brasília), na Vila Belmiro, e precisam de uma vitória por dois gols de diferença para alcançarem o tetracampeonato estadual. Caso a equipe praiana vença por um gol de diferença, o campeão será conhecido na disputa por pênaltis.

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