Gil e Paulo André tiveram boa atuação, mas contaram com a ajuda dos volantes Ralf e Paulinho para conterem o ataque do São Paulo no clássico

Paulo André sobe para disputar a bola com Luis Fabiano pelo alto em clássico no Morumbi
Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians
Paulo André sobe para disputar a bola com Luis Fabiano pelo alto em clássico no Morumbi

A criação do Corinthians voltou a empacar no empate sem gols com o São Paulo , mas a defesa mostrou consistência. Bem protegidos por Ralf e Paulinho, os zagueiros Gil e Paulo André fizeram um trabalho muito sólido e deixaram o técnico Tite animado.

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Gil não perdeu uma bola. Paulo André foi preciso nas coberturas e errou o tempo da bola apenas uma vez, sendo protegido pelo companheiro. Um bom sinal para um time que não pode levar gols do Boca Juniors na semana que vem e tem uma decisão estadual pela frente.

"O São Paulo não criou jogadas de perigo. A gente preferiu não se arriscar e conseguiu fazer a marcação corretamente. É claro que queríamos ganhar, mas sair vitorioso nos pênaltis tem o mesmo valor, estamos na final", comentou Paulo André.

Para segurar o São Paulo, Paulinho subiu bem menos do que costuma. "Fiquei mais devido ao fato de o time deles ter Jadson e Ganso, dois meias com muita inteligência e qualidade técnica. Cheguei um pouco à frente, mas tive de dar um suporte para os companheiros da defesa", explicou.

Contra o Boca, talvez seja necessário mais do que isso. Derrotado por 1 a 0 na Argentina, o Timão precisa ganhar por dois gols de diferença - ou devolver o placar e ganhar mais uma vez nos pênaltis - para ir às quartas de final da Libertadores. Antes, há a primeira partida da final do Paulista, contra o Santos.

*Com Gazeta

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