Tite inverte substituição da final do ano passado, mas não tem o mesmo resultado

Por Gazeta |

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Saiu um jogador que estava bem, Romarinho, ficaram dois que estavam mal - Jorge Henrique e Emerson - e Pato não resolveu

Tite mostrou coragem na decisão da Copa Libertadores do ano passado. O Corinthians perdia por 1 a 0 para o Boca Juniors e sofria pressão na Bombonera, quando entrou Romarinho. O atacante substituiu o meia Danilo, empatou o jogo e tornou bem mais fácil a vida alvinegra no Pacaembu.

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Neste ano, na primeira perna das oitavas de final, a situação foi parecida. O time alvinegro se viu em dificuldade, perdendo por 1 a 0 em Buenos Aires, e o treinador viu a necessidade de trocar. E escolheu justamente Romarinho, que era o melhor jogador da equipe, para dar lugar a Alexandre Pato.

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Desta vez, para usar uma palavra do repertório do próprio Tite, ele não foi iluminado. Saiu um jogador que estava bem, ficaram dois que estavam mal - Jorge Henrique e Emerson - e Pato não resolveu, o que deixou o Alvinegro em desvantagem no confronto.

Nicolas Blandi comemora após abrir o placar para o Boca Juniors diante do Corinthians na Bombonera. Foto: Eduardo Di Baia/APAtacante corintiano Guerrero tenta passar por marcação do Boca Juniors. Foto: Eduardo Di Baia/APPaulo André, do Corinthians disputa lance com Blandi, do Boca Juniors. Foto: Eduardo Di Baia/APAlessandro tenta o chute na partida das oitavas de final da Libertadores entre Corinthians e Boca Juniors na Bombonera. Foto: Eduardo Di Baia/APPaulinho protege a bola no duelo entre Corinthians e Boca Juniors na Bombonera. Foto: Eduardo Di Baia/APDaniel Torres se antecipa a Elano e domina a bola para o Santa Fé. Foto: Nabor Goulart/APVargas comemora primeiro gol do Grêmio contra o Santa Fé. Foto: Nabor Goulart/APOmar Perez comemora após converter pênalti e empatar para o Santa Fé. Foto: Nabor Goulart/APBarcos sobe para fazer o cabeceio. Foto: Nabor Goulart/APJogadores do Grêmio comemoram gol da vitória sobre o Santa Fé. Foto: Nabor Goulart/AP

"Tenho um jogador de frente que é de conclusão, que é gol, que cheira gol, o Pato. Tentei ter dois atacantes (Pato e Guerrero), com o Jorge e o Emerson pelos lados, uma equipe mais agressiva, com um poder de fogo maior. Depois da expulsão (de Ledesma), ainda tinha o Douglas chegando", explicou.

Tite também não foi feliz ao apostar na escalação de Riquelme. O experiente meio-campista, limitado por uma recente contusão na coxa esquerda, ficou de fora. Ausência que, segundo o treinador do time brasileiro, mudou as características do Boca.

"O (Carlos) Bianchi, estrategicamente, trouxe jogadores mais jovens. Não sei se o Riquelme poderia jogar, mas ele foi substituído, o Ledesma também ficou no banco. Ele botou jogadores mais intensos, velozes, e elevou o padrão de competitividade", comentou o gaúcho.

Apesar dessa análise e da aposta de que Riquelme jogaria, Tite assegurou não ter sido surpreendido. "Eu falei isso, mas disse que nos preparamos para as duas possibilidades. Com ele, seria um losango no meio-campo. Sem ele, teve o Sánchez Niño pelo lado esquerdo. A gente se preparou para as duas possibilidades."

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