Paulo Nobre já cobra honra e doação permanente do Palmeiras no Pacaembu

Por Gazeta |

compartilhe

Tamanho do texto

O presidente do Palmeiras ficou animado com o empate sem gols contra o Tijuana e já mira partida de volta das oitavas de final da Copa Libertadores

Gazeta Press
Paulo Nobre é presidente do Palmeiras

Paulo Nobre voltou com a delegação do Palmeiras do México tão satisfeito quanto seus jogadores e a comissão técnica pelo 0 a 0 na ida das oitavas de final, contra o Tijuana. Mas já cobra mais. O presidente renova seu pedido de honra a camisa com uma exigência de garra do início ao fim do decisivo confronto do dia 14, no Pacaembu.

Deixe o seu recado e comente a notícia com outros torcedores

"Foi muito positivo o empate fora de casa, em um gramado muito complicado. Mas a dedicação vai ter que ser a mesma se quisermos passar para a próxima fase. Vai ser um jogo disputado, difícil", previu o dirigente, ressaltando a reponsabilidade da equipe diante de sua torcida.

"Fiquei satisfeito com a adaptação do time à grama sintética. O time deles também não dominava a bola, tocava de primeira porque aquele gramado era diferente. Agora, jogando em São Paulo, temos que honrar a nossa camisa. Assim, os resultados vão vir de forma natural", ensinou o mandatário que já definiu o grupo atual como "sangue na veia".

Leia mais: Palmeirenses relatam experiência na grama sintética: 'Misericórdia'

Com seu discurso, Paulo Nobre pretende conter qualquer empolgação da equipe, que está há quatro partidas sem vencer depois de acumular as cinco vitórias consecutivas que a classificaram antecipadamente tanto no Paulista quanto na Copa do Brasil. O aproveitamento de 100% dos pontos disputados em casa na Libertadores não pode ser prejudicial gerando uma sensação de certeza da vitória.

"Independentemente da confiança, das três vitórias em casa, o Palmeiras tem que ser um time que se doa em campo do primeiro ao último minuto de jogo. Essa é uma característica da nossa equipe, a raça é uma marca do Palmeiras", cobrou o presidente.

Paulo Nobre, entretanto, confia plenamente na possibilidade de o time conseguir a vitória, por qualquer placar, necessária no Pacaembu para garantir a classificação. "É um jogo de 180 minutos. Precisamos manter o mesmo foco e concentração no jogo de volta", ressaltou o dirigente.

Leia tudo sobre: palmeiraspaulo nobrecopa libertadores 2013

compartilhe

Tamanho do texto

notícias relacionadas