Tite recorda bronca após "momento de luz" e vê Romarinho mais maduro

Por iG São Paulo |

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Técnico corintiano lembrou da frieza da cavadinha do atacante no goleiro Orión no jogo de ida da final da Libertadores do ano passado

Romarinho não deixou de ser um cara desligado. A impressão passada à comissão técnica do Corinthians é que ele não tem a dimensão dos momentos que vivencia, como o histórico gol marcado em La Bombonera na decisão da última Copa Libertadores.

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Romarinho dá leve toque e encobre Orion para empatar a partida para o Corinthians. Foto: ReutersRomarinho se tornou o herói corintiano na noite desta quarta. Foto: AFPRomarinho comemora o gol de empate do Corinthians contra o Boca Juniors. Foto: AFPRoncaglia abre o placar para o Boca Juniors na Bombonera. Foto: AFPRoncaglia comemora gol do Boca na Bombonera. Foto: APEmerson reclama após sofrer falta em La Bombonera. Foto: AFPEmerson discute com o volante argentino Erviti . Foto: AFPTite dá instruções para o Corinthians na beira do campo. Foto: EFESantiago Silva tenta bicicleta, mas Alessandro corta. Foto: APCássio agarra a bola e evita a chegada de Riquelme. Foto: APSantiago Silva lamenta chance perdida no primeiro tempo. Foto: APPaulinho escapa da marcação do meio campista Somoza na primeira etapa. Foto: APDanilo, capitão do Corinthians nesta noite de quarta, disputa bola de cabeça na Bombonera. Foto: AFPCastán afasta bola de cabeça em disputa contra o atacante Mouche. Foto: EFEPaulinho passa pela marcação de Schiavi no primeiro tempo. Foto: APRiquelme protege bola no alto contra o lateral Alessandro. Foto: AFPTorcedores do Boca sobem no alambrado em La Bombonera. Foto: AFPCorintianos viajaram para acompanhar o jogo de ida da final contra o Boca Juniors. Foto: Futura PressTorcedores do Boca Juniors e Corinthians lotaram a Bombonera nesta quarta. Foto: Futura Press


“Eu até falei com ele depois: ‘Bate na (pausa) da bola, pô, não dá cavadinha’”, sorriu Tite, deixando claro em sua entonação o palavrão omitido. “Alguns momentos não são propriamente de raciocínio. São de luz, de criatividade, de intuição. Ele estava iluminado.”

Aquela cavadinha do atacante encobriu Orión, definiu o empate por 1 a 1 em Buenos Aires e deu tranquilidade ao Timão para fazer 2 a 0 e conquistar a América do Sul no Pacaembu. De lá para cá, apesar de não ter mudado em sua essência, o jogador de 22 anos cresceu.

“Ele está amadurecendo, como todo atleta jovem. Está tendo a oportunidade e aproveitando. Não foi fácil leva-lo ao banco naquele jogo do ano passado, tive que tirar o Willian. Surgiu a possibilidade, e ele fez o que fez. Não sei se foi talento, se foi gelo, se foi irresponsabilidade. Mas que bom!”, vibrou.Agora, a situação é diferente. Romarinho já não é mais a surpresa que acabou de chegar do Bragantino e apareceu para calar a Bombonera e se apresentar à Fiel. É titular do time, com Alexandre Pato no banco de reservas, e tem uma responsabilidade maior. Provavelmente, não sabe disso.

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