Para Henrique, garra e vontade adaptaram Palmeiras à grama sintética

Por iG São Paulo |

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Zagueiro palmeirense admitiu as dificuldades para segurar o time mexicano e disse que o gramado sintético não atrapalhou tanto

A grama artificial do estádio Caliente não foi o adversário que o Palmeiras imaginava no empate sem gols desta terça-feira, contra o Tijuana, pelas oitavas de final da Libertadores. E Henrique sabe o motivo: a equipe mostrou a determinação em campo que a tem caracterizado nesta temporada.

Leia mais: Palmeiras segura 0 a 0 no campo sintético e depende de vitória em casa

Veja fotos de Tijuana e Palmeiras:

Kleber aposta corrida com zagueiro do Tijuana. Foto: Ramiro Fuentes/Inovafoto/Gazeta PressRichard Ruiz lamenta chance desperdiçada pelo Tijuana. Foto: Gregory Bull/APMarcelo Oliveira disputa a bola com jogador do Tijuana. Foto: Gregory Bull/APMaurício Ramos reza antes do início da partida. Foto: Gregory Bull/APKleber faz o toque de cabeça em disputa pela bola com jogador do Tijuana. Foto: Gregory Bull/APWesley mata no peito e domina a bola para o Palmeiras. Foto: Ramiro Fuentes/Inovafoto/Gazeta PressCharles conduz a bola e encara marcação adversária. Foto: Ramiro Fuentes/Inovafoto/Gazeta Press


“Treinamos duas vezes em campo sintético, mas é muito pouco. O que valeu foi a determinação, a garra e a vontade que demonstramos em campo para superar essa grama”, enalteceu o capitão, citando o mesmo argumento de seus colegas: o campo sintético do Nacional, onde o time treinou antes de viajar, é diferente do adotado pelo Tijuana.

O piso no estádio Caliente exigiu até um esforço físico maior. “É difícil de jogar aqui, até porque é muito diferente do campo em que treinamos em São Paulo. Estou saindo com os joelhos e as costas bem doloridas. Mas não atrapalhou tanto como imaginávamos”, comemorou Bruno.

Depois da partida, Gilson Kleina adotou até uma postura mais dura ao opinar sobre a adoção do campo artificial em torneios profissionais de futebol, como estimula a Fifa. O treinador pede mudanças no material usado neste piso para diminuir as dificuldades de quem não está adaptado.“Não quero ser contra a grama artificial, mas tem que existir um padrão, uma espessura que não está definida e uma bola apropriada para a grama sintética, não tão cheia. Essa grama foge um pouquinho do futebol propriamente dito”, disse o técnico, elogiando seus comandados. “Mérito dos jogadores, que assimilaram bem tudo isso.”

Kleina lembrou que o time também superou outro problema: as 17 horas de viagem entre São Paulo e Tijuana e o cansaço do clássico disputado no sábado, contra o Santos. “Não vi desgaste. A equipe se comportou muito bem e teve condições até de fazer gol”, lembrou o treinador.

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