"O 0 a 0 nos dá a vantagem de decidir em casa, mas temos que entender: a cada gol que tomarmos, precisaremos fazer dois", disse Gilson Kleina

O Palmeiras tem gostado da condição de surpresa que recebeu nesta Libertadores e não aceita o favoritismo de jeito nenhum. Embora tenha segurado o 0 a 0 com o Tijuana na terça-feira, no México, o time ressalta que qualquer empate com gols no dia 14, no Pacaembu, o impedirá de continuar na competição.

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"A vaga não está tão próxima", definiu o zagueiro e capitão Henrique, em palavras bastante similares às de Gilson Kleina, ainda mais específico para ressaltar a necessidade de ser eficiente diante de sua torcida para não ser eliminado nas oitavas de final.

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"Não tem nada ganho. O 0 a 0 nos dá a vantagem de decidir em casa, mas temos que entender: a cada gol que tomarmos, precisaremos fazer dois", alertou o técnico, já começando o discurso de busca pela vitória por 1 a 0. "O placar mínimo nos dá essa condição. E vamos trabalhar em cima disso.

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"O treinador se preocupa com uma possível empolgação de seu elenco. "Temos que fazer a leitura do regulamento: o empate com gol favorece o adversário. Precisamos manter o foco de não manter gol e buscar o gol o tempo todo dentro da organização que prepararemos e na situação que criarmos", afirmou.

Paciência, como ocorreu no campo sintético no México, já é cobrada. "Foi um jogo de inteligência em Tijuana e temos que ser mais inteligentes em casa. Mas agora do lado do nosso torcedor. Vamos mobilizar e fazer valer o fator casa para que isso faça e diferença e consigamos o gol que nos dá a classificação", afirmou Kleina.

Henrique, porém, é sincero ao ressaltar as diferenças que podem beneficiar o Palmeiras. "Com o apoio da nossa torcida, lotando o Pacaembu e incentivando do começo ao final do jogo, como estão fazendo na Libertadores, vamos colocar nosso futebol em um campo totalmente diferente do daqui, que é sintético. Esperamos que eles compareçam e nos apoiem", convocou o zagueiro.

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