Kleina elogia marcação, jogo simples do Palmeiras e reclama da arbitragem

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Técnico palmeirense saiu satisfeito com o desempenho da equipe, mas reclamou da arbitragem da partida

Gilson Kleina foi para o México preocupado com a bola parada e os lançamentos do Tijuana buscando Riascos e Fidel Martínez nas pontas. E saiu do estádio Caliente satisfeito. O técnico do Palmeiras até deu bronca quando o time se empolgou ao não fazer simples e, após o 0 a 0, só reprovou mesmo a atuação do árbitro.

Leia mais: Palmeiras segura 0 a 0 no campo sintético e depende de vitória em casa

Veja fotos de Tijuana e Palmeiras:

Kleber aposta corrida com zagueiro do Tijuana. Foto: Ramiro Fuentes/Inovafoto/Gazeta PressRichard Ruiz lamenta chance desperdiçada pelo Tijuana. Foto: Gregory Bull/APMarcelo Oliveira disputa a bola com jogador do Tijuana. Foto: Gregory Bull/APMaurício Ramos reza antes do início da partida. Foto: Gregory Bull/APKleber faz o toque de cabeça em disputa pela bola com jogador do Tijuana. Foto: Gregory Bull/APWesley mata no peito e domina a bola para o Palmeiras. Foto: Ramiro Fuentes/Inovafoto/Gazeta PressCharles conduz a bola e encara marcação adversária. Foto: Ramiro Fuentes/Inovafoto/Gazeta Press


O treinador chegou a ser advertido pelo quarto árbitro da partida por ficar por mais de dez minutos reclamando de um toque sofrido por Wesley na área, ao oito minutos de jogo, no qual o uruguaio Martin Vázquez mandou o jogo seguir. No segundo tempo, ainda puniu só com cartão amarelo um carrinho por trás de Gandolfi em Vinicius.

“Além de pênalti, poderia gerar cartão e, na sequência, o jogador seria expulso”, disse Kleina, sobre o lance de Wesley, e se irritando mais com a falta em seu atacante. “Foi uma jogada muito violenta, por trás. Se pegasse um pouquinho mais em cima, poderia gerar uma fratura no Vinicius”, reclamou o técnico, que viu o médico Rubens Sampaio quase ser expulso por se desesperar com a falta do zagueiro argentino.

Em relação aos seus jogadores, o treinador aprovou até a atuação em meio à pressão exercida pelos anfitriões na reta final do confronto. “Conseguimos uma postura equilibrada. No segundo tempo, sabíamos que alçariam muito a bola e viriam para o abafa”, comentou, feliz com seus comandados.“Tivemos cuidados. Os perigos aconteceram quando espaçamos, achamos que estávamos no controle, tentamos sair por dentro e demos contra-ataques ou não definimos. Assim, o Tijuana saiu na cara do Bruno. Quando simplificamos com passe diagonal e a parede com o Kleber para a chegada de trás, fomos superiores”, comemorou.

A postura no campo sintético também gerou elogios do chefe. “Para o brasileiro, é difícil jogar assim. Nossa leitura é domínio e passe, e aqui não dá, fazem marcação sob pressão. O futebol aqui é muito rápido, toda bola é lançada em profundidade para jogada em velocidade. Mas nos adaptamos bem”, enalteceu.

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