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Contratado pela principal marca de pôquer mundial, o ex-atacante espera ajudar na popularização do esporte

Ronaldo em ação na mesa de pôquer
Djalma Vassão/Gazeta Press
Ronaldo em ação na mesa de pôquer

Ronaldo Fenômeno voltou a competir. Nesta sexta-feira, em São Paulo, o ex-jogador de futebol fez sua estreia oficial em um novo esporte. Contratado pela PokerStars, o Fenômeno marcou presença no Latin America Poker Tour, maior evento de pôquer da América Latina, e foi eliminado após três horas de disputa. Apesar do acordo com a principal marca de pôquer mundial, Ronaldo disse que não pretende ser um jogador profissional.

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“É uma honra e um prazer muito grande entrar na família do pôquer, um esporte jogado no mundo todo. É uma grande responsabilidade, mas eu não tenho pretensão de ser um jogador profissional. Eu tenho uma agenda bastante cheia por causa da Copa do Mundo e tenho trabalhado cada vez mais com isso”, disse.

Campeão mundial de pôquer espera que Ronaldo acabe o preconceito

O Fenômeno explicou que sua principal função é ajudar no crescimento do esporte. Embora não seja considerado um jogo de azar, o pôquer ainda esbarra no preconceito de milhares de pessoas no Brasil.

“Espero massificar ainda mais esse esporte. A minha participação na comunidade do pôquer vai mostrar o lado saudável do esporte. O pôquer é um esporte da mente. Queremos tirar aquela imagem do jogo de azar e transformar o pôquer em um jogo cada vez mais procurado”, comentou.

Assista Ronaldo em ação no pôquer :

Paixão pelo pôquer nasceu no Real Madrid
Durante a abertura do maior evento de pôquer da América Latina, Ronaldo revelou que a paixão pelo pôquer nasceu no Real Madrid. O esporte, inclusive, foi o principal aliado do atacante para acabar com o tédio das concentrações.

“Eu comecei a jogar em 2002, quando estava no Real Madrid. Não tinha nada para fazer nas concentrações e eu jogava muito. No Corinthians, por exemplo, toda noite tinha uma rodinha. Todo mundo jogava”, disse.

Ronaldo ainda aproveitou para provocar o zagueiro Paulo André, apontado pelo Fenômeno como um grande freguês. “O Paulo André ficava traumatizado. Quando ele não jogava bem pelo Corinthians, era por causa da surra que levava no pôquer”, brincou o ex-atacante.

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