"É lamentável, mas também tenho de falar que nós estivemos lá, vencemos o jogo e fomos muito bem tratados", disse o técnico do Fluminense

Apesar da rivalidade criada desde a disputa do título do Campeonato Brasileiro do ano passado até a briga pela classificação em primeiro no grupo 8 da Copa Libertadores da América, Abel Braga se mostrou solidário com Vanderlei Luxemburgo. Após vencer o Caracas por 1 a 0 no Rio, o treinador do Fluminense lamentou a agressão sofrida treinador do Grêmio no Chile.

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A confusão começou quando o técnico gremista discutiu com a comissão técnica do Huachipato depois do empate em 1 a 1 que garantiu os gaúchos nas oitavas de final. Luxemburgo teve de correr de um dos auxiliares de Jorge Pellicer, caiu entre policiais e foi agredido por um jogador ainda não identificado do time chileno.

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Ao ser informado sobre o incidente durante entrevista coletiva em São Januário, Abel ficou surpreso , já que o Tricolor das Laranjeiras havia sido bem recebido pelos dirigentes do Huachipato. O comandante do Flu prefere esperar o caso ser esclarecido para opinar diretamente sobre o ocorrido.

Luxemburgo e Abel Braga se cumprimentaram antes de duelo Fluminense x Grêmio no Engenhão
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Luxemburgo e Abel Braga se cumprimentaram antes de duelo Fluminense x Grêmio no Engenhão

“Em qualquer situação é lamentável uma confusão como essa. Ao mesmo tempo eu não posso julgar, pois tudo tem um motivo, as coisas não acontecem sem razão. É lamentável, mas também tenho de falar que nós estivemos lá, vencemos o jogo e fomos muito bem tratados. Inclusive jantei no mesmo restaurante de diretores do Huachipato. Não posso fazer qualquer tipo de julgamento. Agora, ver um colega de profissão ser agredido é lamentável. Vamos ver as providências a serem tomadas e o motivo de ter acontecido”, ressaltou.

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Já sobre o próximo adversário do Flu na Libertadores, o Emelec, Abel já elencou as principais dificuldades que os jogadores devem encontrar. A força da torcida em um gramado acanhado e o estilo veloz do jogo dos equatorianos já tiram o sono do treinador.

“Nosso próximo adversário eu já estive lá com o Internacional (2007). Eles se classificaram em um grupo difícil (Vélez, Peñarol e Deportes Iquique) e é muito difícil jogar lá. É um campo relativamente pequeno. Bom, largo, mas estreito de comprimento. Torcedor incentiva, lota, faz muito barulho. Fazem grande pressão, usam velocidade no jogo”, analisou o treinador.

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